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17 de Dez // Foto: Flávio, Lúcio e Roberto Carlos | Política

As denúncias de que ex-assessores do senador eleito pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro (PSL) alimentariam uma espécie de “caixa obscuro” por meio de um homem de confiança da família ecoam na imprensa, porém não reverberam com a mesma frequência no meio político. Mesmo os adversários do clã evitam tratar diretamente do eventual repasse de parte dos salários de cargos de confiança por um motivo simples.

 

Boa parte da classe política faz uso do artifício e o telhado de vidro impede que sejam arremessadas pedras. As lendas sobre situações similares são repetidas exaustivamente por quem acompanha o dia a dia da política. Porém poucas são as vezes que os casos ganham repercussão judicial.

 

Em um passado recente, a família Vieira Lima foi alvo de uma denúncia da Procuradoria-Geral da República por peculato, por se apropriar de recursos de assessores desde o final da década de 1980, quando o patriarca Afrísio Vieira Lima ainda era deputado federal. Ou seja, há pelo menos 30 anos existe registro de que a prática de recolher “doações” de funcionários faz parte da rotina de agentes políticos no Brasil.

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17 de Dez // Foto: Fernando Souza/AFP | Política

O governo de Jair Bolsonaro terá mais ministros com formação militar no primeiro escalão do que no governo do general Castelo Branco (1964-1967), que inaugurou o ciclo de militares no poder após o golpe de 1964. Comparado aos outros governos que sucederam o general, o do presidente eleito está no mesmo patamar da gestão do general Emílio Garrastazu Médici, que tinha sete ministros militares no governo.

 

Numericamente está abaixo dos ministérios de Ernesto Geisel (10 ministros militares), Artur da Costa e Silva e João Baptista Figueiredo, ambos com nove. O que diferencia o primeiro escalão de Bolsonaro dos presidentes militares e de parte dos civis após a redemocratização é a redução dos ministérios propriamente militares desde 1999.

 

Primeiro, a antiga Casa Militar e o Serviço Nacional de Informações (SNI) foram extintos. No lugar deles nasceu o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Depois, os ministérios do Exército, da Marinha e da Aeronáutica se fundiram no Ministério da Defesa, que incorporou ainda o Estado-Maior das Forças Armadas (Emfa). Se a configuração atual fosse aplicada aos governos do passado, somente o de Costa e Silva teria o mesmo número de militares que Bolsonaro.

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17 de Dez // Foto: Divulgação | Política

Integrante da Executiva nacional do PSB, Domingos Leonelli, se mostrou favorável ao apoio de partidos do Centrão (DEM e PR) ao futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Para ele, o patrocínio dos partidos ao capitão reformado pode dar “legalidade” à nova gestão. Em uma postagem na sua página no Facebook, o socialista afirmou, ainda, que PP e PSD também devem apoiar Bolsonaro no futuro.

 

“Isso talvez ‘puxe’ o governo de Bolsonaro para uma linha mais próxima da legalidade. Talvez. Embora com um nome meio contraditório e marketeiro, acho boa a iniciativa de FHC de constituir um Centro Radical. Bom que o centro e a direita tradicional se reorganizem já que sofreram as principais derrotas nas eleições de 2018”, afirmou segundo o Bahia Notícias.

 

Ele defende que as esquerdas façam “uma oposição qualificada”. “As esquerdas precisam fazer uma análise das causas que possibilitaram a vitória eleitoral da ultra direita [autocritica mesmo mas não só do PT] e sobretudo se requalificarem para um tempo que será outro. Tempo em que a ‘resistência democrática’ não será suficiente. Até porque agora a democracia formal e pervertida pela desigualdade como sempre foi , continua existindo”, disse

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17 de Dez // Foto: Reprodução / Twitter | Política

O futuro ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, disse que o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, não foi convidado para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, marcada para o próximo dia 1º de janeiro segundo informações do Folhapress. A Venezuela enfrenta uma grave crise econômica. A cada dia, 5.000 pessoas deixam o país. A expectativa é que a inflação atinja mais de 1.000.000% em 2018.

 

"Em respeito ao povo venezuelano, não convidamos Maduro para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro. Não há lugar para Maduro numa celebração da democracia e do triunfo da vontade popular brasileira. Todos os países do mundo devem deixar de apoiá-lo e unir-se para libertar a Venezuela", publicou no Twitter o futuro ministro das Relações.

 

Em outubro deste ano, o governo venezuelano enviou felicitações ao Brasil pela realização da eleição presidencial e pediu a Jair Bolsonaro para "retomar o caminho das relações diplomáticas de respeito, harmonia, progresso e integração regional". No próximo dia 10 de janeiro, Maduro iniciará um novo mandato, previsto para durar até 2025. Ele foi reeleito em maio deste ano, numa eleição cuja legitimidade foi contestada dentro e fora do país.

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17 de Dez // Foto: Fabio Pozzebom/ Agência Brasil | Política

Após reportagem em que deputado federal Eduardo Bolsonaro cogita "possibilidade de pena de morte para traficantes de drogas", presidente eleito afirma pelo Twitter que tema não será debatido em seu governo segundo informações do G1. O presidente eleito Jair Bolsonaro, afirmou neste último domingo (16), através de sua conta no Twitter que o assunto da pena de morte não será discutido em seu futuro governo.

 

A afirmação foi feita após a publicação de uma reportagem pelo jornal O Globo, também neste último domingo, em que o deputado federal reeleito pello Rio e filho do futuro presidente Jair Bolsonaro, defendeu "a possibilidade de pena de morte no país para traficantes de drogas, a exemplo do que ocorre na Indonésia, e para autores de crimes hediondos".

 

"Em destaque no jornal O Globo de hoje informou que, em meu governo, o assunto pena de morte será motivo de debate. Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte de minha campanha. Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus propositais diários", escreveu Bolsonaro em sua postagem. Eduardo disse que um plebiscito pode ser usado para consultar os brasileiros sobre o assunto.

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16 de Dez // Correio da Bahia | Política

Seis deputados federais da Bahia usaram recursos da cota parlamentar para ações de propaganda com empresas que prestaram serviços para eles durante a campanha. No total, após a disputa eleitoral, eles gastaram R$ 204 mil com cinco corporações diferentes segundo o Correio da Bahia. No topo da lista está Marcio Marinho (PRB), que contratou serviços da Alugue Gráfica em dezembro, com valor de R$ 60 mil reais.

 

Na campanha, o deputado Marcio Marinho pagou R$ 338 mil reais pelos serviços. Em segundo está o deputado Ronaldo Carletto (PP), que pagou R$ 80 mil reais pelos serviços da Terceira Via Gráfica e Editora na corrida eleitoral e R$ 40 mil entre outubro e novembro por divulgação do mandato, com recursos da Câmara. Arthur Maia (DEM) foi o que menos gastou.

 

Arthur Maia contratou a Verbo Comunicação durante o período eleitoral (R$ 25 mil) e, em outubro, na Casa (R$ 10 mil). O deputado Antonio Imbassahy (PSDB) usou serviços da Impressão Bigraf na campanha (R$ 37,3) e, em novembro, na Câmara (R$ 30 mil). Outros dois deputados contrataram uma mesma gráfica para ações na campanha e no mandato. Luiz Caetano (PT) gastou com a empresa R$ 160,4 mil e R$ 34 mil, respectivamente.

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16 de Dez // Foto: Reprodução/Facebook | Política

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse neste último sábado (15), nas redes sociais, que lamenta o que chamou de pedras lançadas contra o futuro governo Jair Bolsonaro. A manifestação do ex-presidente foi publicada em meio à polêmica do relatório que identificou movimentações financeiras atípicas na conta de um ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito.

 

"Diariamente há pessoas acusadas de corrupção ou mau uso de dinheiro publico. Lamento que antes de começar o novo governo pedras sejam lançadas", disse Fernando Henrique Cardsoso, em sua página através do Twitter. "É preciso verificar, antes de condenar, mas sem confiança e credibilidade impossível reconstruir o país, como a maioria do povo deseja."

 

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) produzido em desdobramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro indicou movimentação financeira atípica do ex-assessor parlamentar e policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz, que movimentou cerca de R$ 1 milhão de reais entre janeiro do ano de 2016 e janeiro de 2017, de acordo com o relatório do órgão. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de São Paulo.

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16 de Dez // Foto: Reprodução | Política

Em carta à ex-presidente Dilma Rousseff, seu antecessor no Planalto, Lula, desejou forças para ela "resistir atacando e não se defendendo". O texto foi divulgado por Dilma no sábado (15), um dia após o seu aniversário. "Dilminha, aqui estou preparado para enfrentar o Moro e as mentiras da minha condenação. Dilma, meu lema agora é: não troco a minha dignidade pela minha liberdade. Feliz Natal", afirmou o petista.

 

Na carta, Lula parabeniza a ex-presidente e deseja "toda sorte do mundo". Lula está preso desde abril na sede da Polícia Federal em Curitiba. Ele foi condenado, no ano passado, a nove anos e seis meses por corrupção e lavagem de dinheiro pelo ex-juiz Sergio Moro, futuro ministro da Justiça e Segurança Pública do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

 

A condenação foi aumentada para 12 anos e um mês em janeiro deste ano pela oitava turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Ele é réu em outros sete processos. Sua defesa nega que ele tenha cometido qualquer irregularidade. No dia 23 de novembro, Dilma também se tornou ré junto a Lula sob acusação de organização criminosa no processo referente ao caso conhecido como "quadrilhão do PT" segundo informações do Folhapress.

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16 de Dez // Foto: Valter Campanato / Ag. Brasil | Política

A ONG Atini, fundada por Damares Alves, futura ministra de Mulher, Família e Direitos Humanos, é alvo de indigenistas e Ministério Público, que falam em tráfico e sequestro de crianças e incitação ao ódio contra indígenas. A Atini é acusada de, sob um falso selo humanitário, explorar um assunto de grande comoção pública — o infanticídio de crianças indígenas — para legitimar sua agenda  segundo o Folhapress.

 

A Polícia Federal pediu, em 2016, informações à Fundação Nacional do Índio sobre supostos "tráfico e exploração sexual" de indígenas — despacho da fundação cita a Atini e outras duas ONGs. A Funai, a partir de 2019, ficará sob guarda da pasta chefiada por Damares, que prometeu pôr em sua presidência alguém que "ame desesperadamente os índios".

 

O processo sobre as organizações ainda tramita no órgão. A Atini - Voz Pela Vida, que teve a futura ministra entre os fundadores, em 2006, diz que, com seu trabalho, já salvou ao menos 50 crianças em situação de risco, algumas delas enterradas vivas. Segundo a advogada da entidade, Maíra de Paula Barreto Miranda, o problema da matança de crianças é real e não deve ser justificado pelo relativismo cultural nem desmerecido por ativistas.

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16 de Dez // O Globo | Política

Durante o período eleitoral, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, fez questão de deixar explícita sua contrariedade com a política ambiental adotada pelo Brasil. Prometeu combater a "indústria de multas" do Ibama, ameaçou retirar o país do Acordo de Paris e acenou até com a extinção do Ministério do Meio Ambiente . Após a vitória eleitoral, a equipe de transição teve que lidar com tropeços e recuos sobre o tema.

 

Depois de recuar no fechamento do ministério, o presidente eleito Jair Bolsonaro chegou a considerar a fusão com o Ministério da Agricultura. Por fim, manteve a pasta separada de outras áreas. O Ministério do Meio Ambiente, o último a ter um ministro anunciado, será alvo de reformulações que podem colocar o presidente em rota de colisão com ambientalistas.

 

A mais polêmica delas, em estudo pela equipe de transição, é a unificação do Ibama e do ICMBio segundo informações do O Globo. Os dois órgãos são autarquias federais vinculadas ao ministério e dividem o trabalho de fiscalização e preservação do meio ambiente. O ICMBio cuida das unidades de conservação e centros de pesquisa, além de áreas protegidas e pesquisas sobre bichos e plantas. Já o Ibama tem muitas outras atribuições.

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15 de Dez // Estadão | Política

Uma análise na movimentação financeira de Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, mostra indícios de que pelo menos uma funcionária pode ter depositado em sua conta o equivalente a quase tudo que recebeu na Casa no período agora sob investigação. Foi esse o caso de Nathalia Melo de Queiroz, filha do ex-servidor que, no período investigado, repassou a ele R$ 97.641,20, hipotético crédito mensal médio de R$ 7.510,86.

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15 de Dez // Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil | Política

O deputado federal eleito pelo Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, reforçou nesta última sexta-feira (14), a necessidade de ter seguranças particulares. Ele afirmou que já pediu ao governo estadual a manutenção da escolta com os mesmos policiais civis que já o acompanham há dez anos. A Polícia Civil do Rio interceptou um plano de milicianos que pretendiam matar Marcelo Freixo na manhã deste sábado (15).

 

"Está comprovado, mais uma vez, que nesses deslocamentos entre Brasília e Rio não tenho nenhuma condição de ficar sem segurança. Ter escolta não é privilégio. Isso é uma consequência do meu trabalho público", comentou o deputado. Freixo é acompanhado por escolta desde dezembro de 2008, quando concluiu o relatório da CPI das milícias.

 

"E esse serviço de escolta precisa ser acompanhado da confiança que já tenho nesses seguranças que estão comigo há dez anos. O pedido é para que eles sigam me acompanhando sempre que estiver no Rio. Em Brasília, serei acompanhado da segurança parlamentar", afirmou ele. O parlamentar carioca comentou ainda que não acredita que a vereadora Marielle Franco tenha sido morta por milicianos por interferir em questões de terra.

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14 de Dez // Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo | Política

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou que o presidente Temer assinou nesta sexta-feira (14), o decreto de extradição de Cesare Battisti. Segundo a Polícia Federal, Battisti está em local "incerto" e é considerado foragido no país segundo informações do G1. Segundo a assessoria do presidente Michel Temer, o decreto deve ser publicado ainda nesta sexta-feira, em edição extra do "Diário Oficial da União".

 

Na quinta, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, mandou prender o italiano atendendo a um pedido da Interpol, abrindo o caminho para a extradição. A defesa de Battisti recorreu e, após Temer assinar o decreto, reiterou o pedido para o cliente não ser extraditado. Battisti é acusado pela Interpol de ter cometido os crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

 

Cesare Battisti foi condenado por quatro homicídios na Itália na década de 1970 (leia detalhes mais abaixo). Em 2007, a Itália pediu a extradição dele e, no fim de 2009, o Supremo julgou o pedido procedente, mas deixou a palavra final ao presidente da República. Na época, o então presidente Lula da Silva negou a extradição. No passado, o governo italiano pediu ao presidente Michel Temer que o Brasil revisasse a decisão sobre Battisti.

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14 de Dez // Foto: Reprodução | Política

O presidente da República, Michel Temer, recebeu nesta última quinta-feira (13), a Medalha de Honra ao Mérito – Gestão Pública do Fórum das Américas, em cerimônia realizada na capital paulista. Em seu discurso, ele disse que teve conversa recente com o presidente eleito Jair Bolsonaro e sua equipe econômica e que vê que o próximo governo seguirá a mesma trilha do que está sendo realizado no país nos últimos dois anos.

 

“Eu tenho orgulho de dizer que o que eu plantei, como a reforma da Previdência e a simplificação tributária, elas virão à luz pelo novo governo. Eu confio muito no governo que vem aí, alicerçado, ancorado, amparado pela vontade popular. Tenho absoluta convicção de que o presidente eleito Bolsonaro seguirá na mesma trilha”, disse segundo a Agência Brasil.

 

Michel Temer disse que o que mais se fala é sobre o momento em que vai se realizar a reforma da Previdência Social. “Eu acho que logo no primeiro semestre ela se realizará. E nós daremos um salto extraordinário”, ao citar que a Previdência Social hoje está em deficit. O presidente falou ainda da importância de se manter a segurança jurídica no país, que segundo ele corresponde a “aplicar seguramente aquilo que está no sistema normativo”.

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14 de Dez // Foto: Rodrigo Daniel Silva / Bahia Notícias | Política

O ex-governador da Bahia, o senador eleito Jaques Wagner nega que Rui Costa tenha cometido estelionato eleitoral. O atual governador foi alvo de críticas por parte oposição, inclusive do prefeito de Salvador, ACM Neto, pela proposição de um pacote de medidas para reajustar as contas do estado. Os projetos previam corte de cargos comissionados, extinção de estatais e aumento da contribuição previdenciária da Bahia.

 

Os projetos foram aprovados sob protestos na tarde dessa última quinta-feira (13), na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). E para votar projeto do governo, a Choque teve que cercar a Assembleia Legislativa para impidir manifestantes. "A oposição está um pouco nervosa, talvez com o tamanho da derrota", alfinetou Jaques Wagner segundo o Bahia Notícias.

 

"Ninguém faz ajuste sem ter reclamação. Todo ajuste implica em reclamação, que é próprio do ser humano, e todos nós queremos estar na zona de conforto. Se eu puder ganhar mais, eu não quero ganhar menos. Se eu puder ter mais estrutura, eu não quero ter menos, então é evidente que ninguém gosta quando você tem que fazer um processo de ajuste", defendeu. Para Jaques Wagner, Rui Costa possui crédito para tomar tais medidas.

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14 de Dez // Foto: Reprodução / TV Globo | Política

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio cumpre nesta sexta (14), mandado de busca e apreensão na casa do vereador Marcello Siciliano (PHS), na Tijuca. O vereador, que estaria envolvido em grilagem de terras, é suspeito de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco. Siciliano não estava em casa no momento da chegada dos agentes. Foram aprendidos um tablet, um computador, HD e documentos.

 

Investigações também apontam participação, em menor grau, do ex-PM Orlando Curicica, que está preso na Penitenciária Federal de Mossoró. Em entrevista ao Estado, o general Richard Nunes, secretário da Segurança do Rio, afirma que Marielle foi morta porque milicianos acreditaram que ela poderia atrapalhar os negócios ligados à grilagem de terras na zona oeste.

 

Segundo ele, o crime era planejado desde o ano de 2017. Defensora dos direitos de moradores de favelas, negros, mulheres e LGBT, Marielle levou quatro tiros na cabeça dentro de seu carro em março. Ela e seu motorista saíam de um evento no Estácio, região central, quando foram executados. Foi noticiado que as câmeras de segurança da Prefeitura do ponto exato onde ocorreu o crime haviam sido desligadas, mas não houve esclarecimentos.

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14 de Dez // Foto: Reprodução | Política

O PR está se movimentando para abrir uma brecha na Lei das Estatais e ocupar cargos no governo Jair Bolsonaro (PSL), de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. A sigla, que é dona da sexta maior bancada na Câmara dos Deputados, negocia com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), a nomeação do deputado Milton Monti (SP) para uma vice-presidência da Caixa Econômica Federal.

 

Ele ficaria responsável pelo relacionamento com estados, municípios e estatais que têm financiamento do banco - mesmo cargo ocupado pelo baiano Geddel Vieira Lima durante o governo de Dilma Rousseff. Economista e funcionário de carreira da Caixa Econômica , o deputado está concluindo o quinto mandato na Câmara e não se reelegeu segundo o Folhapress.

 

A Lei das Estatais proíbe a indicação de políticos para conselhos e diretorias das empresas. Integrantes da equipe de transição temem complicações jurídicas mesmo se a nomeação ocorrer após o fim do mandato, porque a lei também barra pessoas que trabalharam para campanhas nos últimos três anos. Monti foi apontado, em 2017, como suspeito de corrupção passiva, ativa e de lavagem de dinheiro, tendo recebido propina da Odebrecht.

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14 de Dez // Foto: Assessoria Governo | Política

O PSL de Jair Bolsonaro é um partido como outro qualquer, ainda que os aliados do presidente eleito insistam que existe uma diferença entre a legenda e a velha política. Apesar de não ter feito concessões para indicações partidárias na Esplanada dos Ministérios, Bolsonaro não deixou de fazer acenos aos pares do Congresso Nacional quando escolheu alguns de seus auxiliares. Agora, fora do âmbito federal, o PSL começa a jogar dentro das regras da política tradicional. O exemplo mais claro disso é a indicação de Alberto Pimentel em Salvador para uma secretaria do governo de ACM Neto.

 

Ainda não foi formalizada a adesão da legenda à base do prefeito da capital baiana. Apesar da ligeira proximidade ideológica – DEM e PSL aparentemente coadunam de uma agenda econômica em comum -, o partido até o começo de 2018 era ferrenho opositor do gestor soteropolitano. O único representante do PSL na Câmara de Vereadores, José Trindade, chegou a liderar a bancada de oposição e era crítico feroz de ACM Neto. No entanto, Trindade deixou o PSL por causa da filiação de Bolsonaro e, com isso, o partido perdeu representação no Legislativo.

 

Naturalmente, uma legenda sem presença na Câmara de Vereadores dificilmente tem força para angariar espaços no Executivo. Porém não é que deve acontecer com o PSL em Salvador. ACM Neto ainda não cravou, porém afirmou publicamente que “possivelmente” a Secretaria Municipal de Trabalho, Esportes e Lazer deve ficar sob responsabilidade do partido do presidente da República. O aceno é claro: o prefeito não quer briga com a legenda de Bolsonaro e agradar o braço baiano dela é um bom plano.

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14 de Dez // Foto: Valéria Gonçalves / Estadão | Política

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, reconheceu nesta quinta-feira, 12, que “causa incômodo” a demora de Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), em dar explicação sobre a sua movimentação financeira, considerada atípica pelo Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf). Em entrevista ao Estado, Mourão, porém, foi enfático na defesa do ex-companheiro de chapa e disse que tem “plena confiança” no presidente eleito Jair Bolsonaro e em seu filho.

Militares da equipe de transição e das Forças Armadas também têm expressado nos bastidores incômodo com a situação. Oficiais-generais ouvidos pelo Estado avaliam que Queiroz já deveria ter aparecido e explicado o R$ 1,2 milhão movimentado em sua conta no período de 12 meses. Mesmo afirmando que o caso não está diretamente ligado ao presidente eleito, esses militares acreditam que a demora numa resposta pode acabar “respingando” no futuro governo.

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14 de Dez // Imagens do Instagram da personal trainer Nathalia Queiroz | Política

Até a última semana, os 15 mil seguidores do Instagram da personal trainer Nathalia Queiroz, 29, não deviam imaginar que a professora acumulava um cargo no gabinete do deputado federal e presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL-RJ). 

Nathalia aparece em relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) que identificou movimentações financeiras atípicas do policial militar Fabrício Queiroz, seu pai e ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Ela foi nomeada secretária parlamentar de Jair Bolsonaro em dezembro de 2016 e exonerada em outubro de 2018, mesmo mês em que seu pai deixou o gabinete de Flávio, na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). 

Nathalia também trabalhou como assessora do filho do presidente eleito. Em 2007, aos 18 anos, começou a atuar na vice-liderança do PP, de Flávio, onde ficou até fevereiro de 2011. De agosto do mesmo ano até dezembro de 2016, esteve lotada em seu gabinete.

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14 de Dez // Foto: Max Haack / Ag Haack | Política

O presidente nacional do DEM, ACM Neto, confia na reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) como presidente da Câmara e acredita que ele vai trazer benefícios ao país. Na avaliação do prefeito de Salvador, um segundo mandato no cargo para o seu correligionário é inclusive melhor para o Brasil do que para o próprio Democratas. Partidos de oposição já formam bloco para apoiar Rodrigo Maia na Câmara dos Deputados.

 

Em entrevista ao site Bahia Notícias, ACM Neto destacou que Rodrigo Maia merece o voto dos deputados federais por já ter atuado como presidente da Câmara em momentos de turbulência da política nacional. "Mais importante do que para o Democratas, é para o país Rodrigo Maia continuar presidente da Câmara", declarou o prefeito da capital baiana.

 

"Rodrigo mostrou toda sua capacidade num momento muito mais difícil que o atual, onde as instituições democráticas foram postas à prova, foram testadas, e ele mostrou seu compromisso, sua maturidade, sua responsabilidade", defendeu ACM Neto. No entendimento do presidente nacional do DEM, seu partido já possui papel de protagonista dentro da política brasileira e a eleição de Rodrigo Maia apenas ampliaria esta noção.

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14 de Dez // Foto: José Cruz/Agência Brasil | Política

O médico-cirurgião Antônio Luiz Macedo, do Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo, afirmou nesta última quinta-feira (13), para à reportagem da Agência Brasil que a cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia do presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi remarcada para o dia 28 de janeiro. Mais cedo, Bolsonaro esteve no hospital, na capital paulista, para uma consulta de rotina, que durou cerca de um hora.

 

Inicialmente marcada para quarta (12), a cirurgia foi adiada em novembro após uma série de exames que apontaram uma inflamação do peritônio e processo de aderência entre as alças intestinais. A nova data também é uma adequação à agenda do próximo presidente, que participará do Fórum Econômico de Davos, na Suíça, entre os dias 22 e 25 de janeiro.

 

Esse será um dos seus primeiros compromissos internacionais após tomar posse no cargo. "É a disponibilidade dele [Bolsonaro]. Agora não dá por causa da posse do dia 1º de janeiro, depois ele tem um compromisso fora do Brasil [Fórum de Davos], que ele não pode deixar de ir. Quando ele voltar desse compromisso, ele será operado", afirmou Antônio Luiz Macedo, um dos maiores especialistas em cirurgia do aparelho digestivo no país.

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13 de Dez // Foto: Reprodução | Política

O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL) publicou hoje (13), nas redes sociais, uma mensagem na qual afirma que não fez "nada de errado" no caso do ex-assessor citado em um relatório do Coaf por movimentações bancárias de R$ 1,2 milhão consideradas suspeitas. O nome de Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor do filho de Jair Bolsonaro, aparece no relatório que integrou a investigação da Operação Furna da Onça.

 

A operação é um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro que prendeu dez deputados estaduais no início de dezembro. Flávio Bolsonaro negou em suas contas no Facebook e no Instragram que tenha cometido qualquer irregularidade. Queiroz trabalhou no gabinete dele na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) segundo informações do G1.

 

"Não fiz nada de errado, sou o maior interessado em que tudo se esclareça pra ontem, mas não posso me pronunciar sobre algo que não sei o que é, envolvendo meu ex-assessor"”, escreveu nas redes sociais o o deputado estadual que foi eleito para o senado pelo Rio. Na internet, Flávio Bolsonaro também disse que está "angustiado", querendo que tu se esclareça logo e "não paire mais nenhuma dúvida" sobre a idoneidade dele.

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13 de Dez // Foto: Reprodução | Política

Mais um na romaria de senadores que não conseguiram renovar seus mandatos, Aécio Neves (PSDB-MG) foi à tribuna do Senado nesta última quarta-feira (12) para, em seu último discurso, dizer que está vivendo dias duros. Fustigado pela delação de Joesley Batista, da JBS, e visto como radioativo em seu partido desde que foi gravado pedindo dinheiro ao empresário, percebeu que teria dificuldades para se reeleger.

 

Disputou com sucesso abaixo do esperado por seus aliados, uma vaga na Câmara. “Eu tenho vivido dias extremamente difíceis, vocês podem imaginar, mas eu não perco a minha fé”, afirmou em discurso. Aécio também fez um mea culpa ao comentar a gravação de conversa entre ele Joesley em que o senador pede R$ 2 milhões sob o pretexto de pagar advogados.

 

“Cometi um erro pelo qual me penitencio todos os dias, de ter, já numa história armada por esse cidadão, para se ver livre dos inúmeros crimes que havia cometido, aceitei, por sugestão dele, participar de uma conversa em contrapartida à oferta de um apartamento da minha família que havia sido feita e -ele reconhece isso em seus depoimentos- ele se oferece para me ajudar a pagar os meus advogados da forma que ele achou mais adequada”.

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13 de Dez // Foto: Agência Senado | Política

Ao se despedir do Senado, já que não conseguiu se reeleger, Magno Malta (PR) reiterou seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL) e disse que a imprensa terá que engoli-lo como presidente eleito. O senador foi à tribuna na tarde desta última quarta-feira (12) e falou por quase 40 minutos segundo informações do Folhapress. Começou falando de sua trajetória como senador e, ao final, passou a falar sobre Jair Bolsonaro.

 

Malta chegou a ser cotado para ocupar o posto de vice na chapa presidencial, foi dado como certo em um ministério, mas acabou sem nada. À sua revelia, diz ele, a pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos foi entregue a uma assessora sua. Mas o senador continuou pedindo que "Deus abençoe o presidente Bolsonaro, que Deus lhe dê sabedoria".

 

"Já há alguns anos, cinco anos, quatro anos, três anos, os senhores todos que estão no plenário, os senhores da assistência, me veem nesta tribuna defendendo a candidatura a presidente de Jair Messias Bolsonaro. Muitos diziam 'por que não é você?' Eu dizia 'não', Deus levantou ele. É ele. O diabo não levanta autoridade. Quem levanta autoridade é Deus", disse Magno Malta em retrospectiva e criticou o ex-presidente Fernando Henrique.

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13 de Dez // Foto: Reprodução | Política

A Assembleia Legislativa da Bahia deve realizar uma nova sessão na próxima segunda-feira (17). Em dia em que habitualmente não há votação na Casa Legislativa, os deputados devem apreciar o primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A sessão acontece pela manhã, pois à tarde os novos deputados estaduais participam da cerimônia de diplomação.

 

A proposta da PEC foi elaborada pelo governador Rui Costa e estabelece que o salário do governador como o teto do funcionalismo público no estado. A medida teve repercussão negativa entre fazendários e delegados da Polícia Civil. Rui pretende acabar com os chamados supersalários na Bahia. O teto no estado passa a ser o salário de R$ 22,4 mil do governador.

 

Inicialmente a Proposta de Emenda à Constituição seria votada nesta semana, ao lado de outras medidas do pacote econômico de Rui, porém, por conta das repercussões negativas, o texto teve que ser alterado e deve passar pelas comissões da Assembleia Legislativa da Bahia segundo informações do Bahia Notícias. Além do primeiro turno da PEC do teto, a Casa deverá votar, na próxima segunda, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

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13 de Dez // Foto: Lucas Arraz / Bahia Notícias | Política

O líder da bancada do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado estyadual Zé Neto (PT), disse que o governo ainda pode evitar a extinção da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder). Os deputados estaduais aprovaram em sessão nesta última quarta-feira (12), o fim da empresa. No entanto, servidores ainda buscam um acordo para impedir a medida segundo o Bahia Notícias.

 

De acordo com Zé Neto houve avanços nas negociações entre trabalhadores e o governo. "Votamos a Conder, mas se houver o acordo, como está sendo trabalhado, acredito que a gente possa resolver isso", comentou o deputado. "Se houver tudo o acordo tudo certinho aí ele veta essa parte da extinção e a gente vai caminhar com o acordo", explicou ele.

 

O líder do governo na Alba ressaltou que outros pontos do pacote econômico encaminhado pelo governo e aprovado ainda podem ser negociados. "Todo esforço que estamos fazendo é para ajustar algo, como fizemos já com o teto". Zé Neto afirmou ainda que a intenção do governo era substituir a Conder por um orgão com uma estrutura menor. "Você extinguiria a empresa, mas não extinguiria a função, criaria a superintendência", afirmou.

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13 de Dez // Foto: João Brandão / Bahia Notícias | Política

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Angelo Coronel (PSD), confessou ontem (12), que não sabe quais emendas foram aprovadas junto com a reforma administrativa enviada à casa por Rui Costa (PT). O projeto previa a extinção da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), mas sofreu emendas de última hora, aprovadas e lidas com rapidez pelo relator Manassés (PSD).

 

A proposta de reforma administrativa apresentada pelo governador prevê a redução de quase mil cargos comissionados e a extinção de órgãos. O governo quer, com as medidas, economizar R$ 400 milhões anuais. Servidores contrários à reforma realizaram protestos na Alba. Durante as manifestações, a porta de vidro da entrada do plenário da Assembleia foi quebrada.

 

“O projeto foi aprovado na integralidade, mas tivemos algumas emendas que o relator leu. Confesso que de tanta zuada, não sei quais emendas foram apresentadas e aprovadas”, disse Angelo Coronel. Entre outros pontos, a reforma administrativa também previa, no seu texto original, a alienação da Bahia Pesca e a determinação que diretores e vice-diretores deveriam exercer o cargo em dedicação exclusiva em regime de tempo integral.

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12 de Dez // (Charge: Aroeira) | Política

A maior parte dos saques efetuados pelo ex-policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-motorista de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), monitorados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), foi feito em uma agência bancária do Banco Itaú na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde o filho do presidente eleito Jair Bolsonaro é deputado estadual e Fabrício foi seu assessor.

Ao todo, segundo relatório do Coaf, o ex-motorista sacou na mesma agência 159.983,71 reais em 36 operações ao longo de 2016, a maior parte delas em retiradas de até 5.000 reais — que podem ser feitas diretamente no caixa eletrônico. O segundo maior volume de saques (45.000 reais) se deu em outras duas agências também no centro do Rio, seguidos de 42.250 reais sacados em duas agências na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, bairro onde a família Bolsonaro tem residência.

“A conta teria apresentado aparente fracionamento nos saques em espécie, cujos valores estão diluídos abaixo do limite diário. Foi considerado fator essencial para a comunicação pela possibilidade de ocultação de origem/destino dos portadores”, afirma o relatório do Coaf.

Política

12 de Dez // Foto: Rafael Carvalho/Governo | Política

O presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto, declarou nesta quarta (12), após se reunir com o presidente eleito Jair Bolsonaro, que "as coisas estão caminhando" para o partido integrar oficialmente a base de apoio do futuro governo no Congresso. ACM Neto e as bancadas do DEM no parlamento conversaram com Bolsonaro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede do governo de transição.

 

Questionado sobre apoio ao governo de Jair Bolsonaro, o presidente nacional do DEM afirmou que as conversas caminham no sentido de a legenda entrar para a base de apoio. "As coisas estão caminhando para isso, está certo? Todo momento tem sido de troca de ideias, de aprofundamento do conhecimento dessa agenda do governo", disse ACM Neto.

 

Um dos principais líderes do DEM, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não participou da reunião segundo o G1. ACM Neto informou a jornalistas que convocará a executiva nacional do partido para definir "um eventual apoio formal e uma condição de integrar a base do governo". Embora não tenha fechado apoio ao futuro governo, o DEM terá três ministros na gestão de Bolsonaro: Onyx Lorenzoni, Tereza Cristina e Luiz Henrique Mandetta.

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12 de Dez // Foto: Reprodução | Política

O cantor e compositor brasileiro Chico Buarque entregou ao papa Francisco, na última terça-feira (11), um informe sobre o uso da justiça com fins políticos na América Latina, o "lawfare", considerado uma ameaça para a democracia na região, informaram fontes da delegação. Buarque estava acompanhado de outros líderes latino-americanos, entre eles a advogada brasileira Carol Proner e o argentino Roberto Carlés.

 

Chico Buarque conversou com o papa Francisco durante cerca de 40 minutos em sua residência privada, Casa Santa Marta, no Vaticano em Roma. O papa argentino, sensível a esses temas, recebeu o informe sobre o "lawfare", palavra usada para indicar as chamadas "guerras jurídicas" e a perseguição de líderes políticos e de movimentos sociais de protesto.

 

"O chamado lawfare é uma técnica de guerra jurídica, que o general americano Charles Dunlap descreveu como um método de guerra não convencional, através do qual a lei é utilizada como um meio para alcançar um objetivo militar", explicaram. Entre os casos apontados pelos denunciantes estão os dos ex-presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, atualmente preso, do Equador, Rafael Correa, e da Argentina, Cristina Fernández.

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12 de Dez // Foto: Camila Peres/GovBA | Política

Em uma reunião com o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, nesta quarta-feira (12), o governador reeleito Rui Costa (PT) criticou o formato do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). "O fundo nunca funcionou como fundo. Não faz o menor sentido submeter projetos de cada estado ao Ministério da Justiça, que não tem pessoal para uma checagem eficaz", declarou o governador baiano.

 

O petista baiano, ainda, defendeu que não se misture “questões políticas e partidárias” com a discussão da segurança pública. “Sugiro uma agenda periódica entre o ministro e os governadores. Sugiro ainda que o envio de matérias ao Legislativo seja, num primeiro momento, do que é consensual entre os estados, para conseguirmos rápida aprovação", disse Rui.

 

“É muito melhor ter alguns itens consensuais aprovados de imediato do que nenhuma aprovação ao longo de muito tempo", acrescentou. O encontro foi organizado pelos governadores eleitos do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), do Rio, Wilson Witzel (PSC), e de São Paulo, João Doria (PSDB). Participaram da reunião os presidentes do STF, Dias Toffoli, e do STF, Otávio de Noronha, bem como o ministro da Segurança, Raul Jungmann.

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12 de Dez // Foto: Reprodução | Política

O relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelou que a maioria dos depósitos em espécie na conta do PM Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, coincide com as datas de pagamento na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Nove ex-assessores do filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), repassaram dinheiro para o motorista.

 

Segundo o documento, nove ex-assessores do filho do presidente eleito repassaram dinheiro para o motorista. As informações foram divulgadas na edição do Jornal Nacional, da Rede Globo, na noite desta última terça-feira (11), segundo informações da Globo. O Coaf apontou que Fabrício teve uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão durante um ano.

 

Segundo o cruzamento das datas dos depósitos em dinheiro nas contas do ex-assessor com os dias de pagamento dos salários da Alerj, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, em praticamente todos os meses, a maior parte do dinheiro entra na conta de Queiroz no mesmo dia ou poucos dias após os servidores receberem o pagamento. O jornal fez o cruzamento das datas dos depósitos feitos em dinheiro nas contas do ex-assessor.

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12 de Dez // Foto: João Brandão / Bahia Notícias | Política

As medidas anunciadas pelo governador Rui Costa (PT) fizeram o vereador de Salvador e deputado estadual eleito Hilton Coelho (PSOL) concordar com o prefeito ACM Neto (DEM). O fato raro aconteceu na manhã desta quarta-feira (12), quando o parlamentar confirmou ao Bahia Notícias que avaliava a posição tomada pelo governador como estelionato eleitoral - o termo foi usado pelo gestor para caracterizar a situação.

 

No final de movembro deste ano, em tom acalorado, Neto disse que Rui 'cometeu estelionato eleitoral' ao fechar escolas. "Eu consideraria que sim, tem uma frustração muito grande, ele não prometeu isso", afirmou Hilton. De acordo com ele, o posicionamento do governo surpreendeu o PSOL, "mas nem tanto", já que o partido sempre manteve uma postura de oposição.

 

"Mas realmente o governo superou as nossas leituras negativas em relação a esse posicionamento que se refere ao trato de servidores. Essa posição de redução salarial que, na prática, é o que acontece. Você aumentar o desconto da Previdência sem qualquer reajuste dado há anos e anos é redução de salário", opina o vereador. Neste ponto, Hilton fala sobre a proposta de reajuste da alíquota da Previdência estadual de 12% para 14%.

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12 de Dez // Foto: Agência Brasil | Política

Futura chefe do Ministério de Mulher, Família e Direitos Humanos no governo do presidente Jair Bolsonaro a partir de 2019, a pastora Damares Alves disse nesta última terça-feira (11), que o projeto mais importante em tramitação no Congresso Nacional é o estatuto do nascituro. O projeto está na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados e restringe os direitos da mulher em relação ao aborto.

 

"Temos projetos interessantes no Congresso Nacional. O mais importante que vamos estar trabalhando é a questão do estatuto do nascituro. Vamos estabelecer políticas públicas para o bebê na barriga da mãe", disse a pastora Damares Alves ao sair para uma reunião com a equipe de transição do novo governo no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil).

 

O estatuto classifica o nascituro como ser humano concebido, incluindo os "in vitro", antes da transferência para o útero da mulher, ainda que não nascido. Embora haja críticas ao aborto em relatórios apresentados por deputados sobre o tema, o projeto não cita alterações para a interrupção da gravidez nos casos já garantidos em lei -feto anencefálico, risco de vida para a mãe e gravidez decorrente de estupro segundo informou o Folhapress.

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12 de Dez // Foto: Câmara dos Deputados | Política

A ausência de um plano objetivo da equipe econômica de Jair Bolsonaro para aprovar a reforma da Previdência já causa desconforto entre parlamentares do PSL. Deputados e senadores da sigla se irritaram com o futuro ministro da Economia Paulo Guedes, que ainda não apresentou datas nem uma proposta concreta para mudanças na aposentadoria. Os aliados de Bolsonaro reclamaram da falta de assertividade de Guedes.

 

O guru econômico de Jair Bolsonaro convocou nesta última terça-feira (11), uma reunião em Brasília com as bancadas do PSL na Câmara dos Deputados e no Senado e fez uma espécie de apresentação didática sobre as funções de seu superministério, além dos desafios da economia do país para os próximos anos segundo informações do Folhapress.

 

O futuro ministro pediu empenho dos parlamentares para aprovar a reforma, classificada por ele como fundamental para a recuperação das contas públicas, mas ouviu questionamentos sobre prazos e dados específicos do projeto que o novo governo vai enviar ao Congresso. O novo ministro afirmou que deve aproveitar parte da proposta enviada por Temer ao Legislativo, porém, sem especificar os pontos que serão considerados por sua equipe.

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12 de Dez // Foto: Max Haack/ Ag. Haack | Política

Após criticar projetos do presidente da República eleito Jair Bolsonaro (PSL), o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), disse em entrevista nesta última terça-feira (11), que não tem "cabeça de direita". “Não sou conservador. Eu não sou um cara que defenda que os políticos têm que se meter nas preferências pessoais do cidadão. Tem gente acha que sim”, opinou ACM Neto segundo informações do Bahia Notícias.

 

De acordo com o presidente nacional do DEM - Democratas, no entanto, os temas de opinião pessoal, como “Escola Sem Partido” e redução da maioridade penal, não terão unanimidade no partido. “Existem coisa que vamos divergir, ou no partido ou individualmente. Dei a declaração contra ‘Escola sem Partido’, que é bandeira do Bolsonaro e dos filhos dele”.

 

“Não sou obrigado a concordar com isso. Dentro do meu partido tem pessoas que concordam. É opinião de cada político. Um tema como esse o DEM não vai fechar questão”, afirmou. ACM Neto e Jair Bolsonaro vão se encontrar nesta quarta-feira (12), em Brasília. Apesar das críticas pessoais a projetos, o partido do prefeito de Salvador deve até fevereiro do próximo ano anunciar oficialmente a ida para a base do capitão da reserva.

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12 de Dez // Foto: Reprodução / G1 | Política

A nova investida da Polícia Federal contra o senador mineiro Aécio Neves o submeteu a patamares elevados de pressão para que saia do PSDB. Ex-presidente do partido, o senador Tasso Jereissati se disse surpreso com as revelações da Operação Ross sobre uma suposta mesada de R$ 50 mil ao tucano paga pela JBS. "É estranho. Se for verdade, é muito sério", disse Jereissati Tasso. "Aécio já prejudicou muito o partido".

 

Na Câmara, deputados tucanos defendem reservadamente a abertura de um processo de expulsão do mineiro, que na eleição de outubro se elegeu para uma vaga na Casa. O Conselho de Ética do PSDB está instalado há cerca de dez dias com o deputado Samuel Moreira na presidência para analisar outros pedidos de expulsão de dois políticos segundo o Folhapress.

 

São eles: O ex-governador paulista Alberto Goldman e do prefeito de São Paulo, Bruno Covas. Caso chegue um pedido relativo a Aécio Neves, o andamento seria célere, segundo tucanos que acompanham o conselho. A decisão final, de toda forma, seria da Executiva nacional. "Com fortes indícios, como tem, de envolvimento [com corrupção, Aécio] tem que sair. Se não sair, tem que ser expulso", afirmou o deputado João Gualberto (PSDB).

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12 de Dez // Foto: Lucas Arraz / Bahia Notícias | Política

O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Zé Neto (PT), afirmou que foi necessário que o pacote econômico enviado pelo governador Rui Costa (PT) à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) chegasse a Casa após as eleições. De acordo com o petista, a discussão das medidas e votação se tornariam mais difíceis durante o período eleitoral.

 

"Não é que não foi feito no tempo correto, é o tempo que resta. Não dá pra fazer um processo como esse dentro da eleição, não tinha data, não tinha quórum, não tinha condição de fazer isso dentro do processo eleitoral", argumentou. Ainda conforme Zé Neto, o período após as eleições é o único que permite fazer análises e prospecções para os próximos quatro anos.

 

"Você termina as eleições e tem dois meses para fazer as coisas se ajustarem para o próximo período, começa a receber os dados do fechamento do ano", disse. O deputado estadual ainda defendeu que fossem feitos esclarecimentos para a população. "Uma parte do que a gente tem que fazer com paciência é esclarecer as coisas para as pessoas", afirmou o líder do governo segundo informações do Bahia Notícias.

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11 de Dez // Brasil247 | Política

Apontado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras como responsável pela movimentação atípica de R$ 1,2 milhão apenas no ano de 2016, o policial Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), mora em uma casa simples, pobre, na zona oeste do Rio. Se fosse dono do dinheiro, Fabrício Queiroz seria um milionário.

 

O "faz tudo" do clã Bolsonaro está sumido. De acordo com informações do jornal O Globo, José Carlos de Queiroz reside em uma casa sem pintura externa, localizada em uma viela no bairro da Taquara. A residência, que fica em uma espécie de conjunto habitacional com cerca de 70 unidades, é colada com os demais imóveis e os fios e canos são expostos.

 

Na casa do ex-assessor, a única lembrança da campanha eleitoral de outubro é um adesivo rasgado com as fotos de Bolsonaro ao lado do filho. De acordo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, Queiroz teria recebido repasses de oito funcionários e ex-funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro. O documento foi anexado à Operação Furna da Onça, que prendeu deputados estaduais do Rio sob a suspeita de corrupção.





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