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Eleições 2018

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20 de Out // Foto: Reprodução/ Twitter | Eleições 2018

O Ilustrador do livro “Aparelho Sexual e Cia”, que foi criticado pelo candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) durante a sabatina do Jornal Nacional, em agosto deste ano, falou em entrevista à Época que “ficaria muito preocupado” se Bolsonaro elogiasse o exemplar. De acordo com Bolsonaro, o livro de educação sexual fazia parte de um “Kit Gay” que teria sido adquirido e distribuído pelo Ministério da Educação.

 

O livro foi escrito por Hélène Bruller e o pelo ilustrador Zep, pai de um dos personagens mais famosos dos quadrinhos franceses, Titeuf. Algumas bibliotecas receberam o livro, publicado em português pela Companhia das LetrasSegundo Zep, o livro não passa de uma maneira de tornar o tema da sexualidade mais acessível para as crianças e por meio do humor.

 

“É importante torna-lo um assunto leve e engraçado, que lhes permita fazer todas as suas perguntas sem ter a impressão de que estão escondendo coisas”, disse o artista. O ilustrador diz que no livro não tem nenhuma imagem que possa chocar uma criança. “Eu fiz o livro que gostaria de ter quando eu era criança”. Na entrevista, Zep destacou que o candidato Jair Bolsonaro não foi o primeiro “conservador” a fazer críticas ao seu trabalho.

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20 de Out // Folhapress | Eleições 2018

O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do candidato a presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), afirmou em sua conta no Twitter nesta última sexta-feira (19) que teve sua conta do WhatsApp banida. "A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido DO NADA, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma", escreveu Flávio na rede social.

 

Segundo a reportagem apurou, a conta do senador eleito pelo Rio foi banida há alguns dias segundo informações do Folhapress. A empresa detectou um movimento anormal da conta, a partir de várias reclamações de pessoas que estariam recebendo spam do número. A conta da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) também foi banida pelo mesmo motivo.

 

O WhatsApp enviou notificação extrajudicial para as agências Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market determinando que parem de fazer envio de mensagens em massa e de utilizar números de celulares obtidos pela internet, que as empresas usavam para aumentar o alcance dos grupos na rede social. A empresa também baniu as contas do WhatsApp associadas a essas agências. A prática é vedada pela legislação eleitoral brasileira.

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19 de Out // Foto: Arte - Metrópoles | Eleições 2018

Pesquisa encomendada pela XP Investimentos ao Instituto de Pesquisa Ipespe mostra que o candidato a presidência Jair Bolsonaro (PSL) tem 58% dos votos válidos contra 42% de Fernando Haddad (PT). Ambos oscilaram dentro da margem de erro em relação ao levantamento da última semana. Considerando todos os votos, Bolsonaro aparece com 51% ante Fernando Haddad (37%).

 

A pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (19), também questionou os eleitores sobre a campanha eleitoral dos presidenciáveis. Jair Bolsonaro é considerado melhor no programa de TV e rádio (48%) do que Fernando Haddad (30%). Nas redes sociais, o candidato do PSL tem performance ainda mais bem avaliada (59%) do que o adversário petista (20%).

 

Um eventual governo do PSL teria maior governabilidade, conforme a pesquisa, do que uma gestão petista. Para 45%, Jair Bolsonaro teria governabilidade e condições para aprovar propostas no Congresso Nacional. Igual percentual de eleitores acreditam que ele teria bastante dificuldade. Vinte e dois por cento dos entrevistados acreditam na governabilidade de Haddad, enquanto 68% apontam dificuldades que o petista teria para governar.

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19 de Out // Gildásio Cavalcante | Eleições 2018

IPesquisa Vox Populi divulgada nesta sexta-feira (19) na reta final do segundo turno das eleições presidenciais aponta o candidato a presidência Jair Bolsonaro (PSL) com 54%, enquanto o petista Fernando Haddad aparece com 46% dos votos válidos na espontânea. Na pesquisa estimulada, quando são mostrados os nomes dos candidatos, o petista tem 47% dos votos válidos, contra 53% do militar.

 

Contando votos brancos, nulos e indecisos, Haddad tem 37% contra 43% do capitão da reserva. Segundo a pesquisa, 12% declararam que votarão em branco ou nulo e 8% ainda estão indecisos. Por região - Na pesquisa espontânea por regiões, Haddad marca 55% da preferência do eleitorado nordestino, contra 27% de Bolsonaro. O capitão da reserva está à frente nas demais regiões.

 

No Sudeste, marca 49%, contra 28% do petista, no Sul, 53% a 33%, e no Centro Oeste/Norte, 45% a 34%. Mudança de voto - Segundo o Vox Populi, entre os eleitores que definiram seu voto, 8% ainda podem mudar de ideia e outros 3% dizem que não há nada decidido e “podem mudar de ideia até amanhã” – 89% dizem que não pretendem mudar de ideia. Rejeição - Em relação à rejeição, os dois candidatos estão empatados tecnicamente.

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19 de Out // O Tempo | Eleições 2018

Um mês após a facada contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) em Juiz de Fora, Minas Gerais, a principal linha de investigação da Polícia Federal (PF) é que o PCC, maior facção criminosa do país, pode estar envolvido com Adélio Bispo de Oliveira, agressor do presidenciável. Segundo o jornal O Tempo, Adélio tem sido atendido por uma defesa exemplar que já atuou, anteriormente, na defesa de membros da facção.

 

De acordo com pessoas próximas do inquérito 503/2018 ouvidas pela reportagem, há indícios de que a organização criminosa esteja dando auxílio ao acusado. Entre os apontamentos estão vínculos de amizades de Adélio, as atividades dos advogados que atendem o réu, o histórico de personagens envolvidos e até mesmo o discurso adotado por Bolsonaro.

 

“Veim”, como é chamado o membro do PCC, é amigo de Adélio. Os dois se conheceram em Montes Claros. Até este ano, ainda mantinham contato por meio de redes sociais. “Veim” tem passagens por homicídio e já cumpriu pena no Presídio Regional de Montes Claros. Outro fato que levanta suspeita é o comportamento de Pedro Augusto Felipe, advogado que, segundo o jornal, já se encontrava na delegacia em que Adélio foi registrado.

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19 de Out // Folhapress | Eleições 2018

Para 75% dos eleitores, Jair Bolsonaro (PSL) é o candidato mais autoritário. Perguntados qual dos dois é o que mais defende a democracia, 47% responderam também ser o capitão reformado segundo informações da Folha. Fernando Haddad (PT) é o mais autoritário para 15% dos entrevistados pelo Datafolha, enquanto 6% não sabem; para 2% nenhum dos dois é, e para 1% os dois são.

 

Fernando Haddad é o que mais defende a democracia para 39% dos eleitores, 8% dizem não saber e para 5% nenhum deles. Para 2%, são os dois. Mais eleitores de Jair Bolsonaro do que de Haddad dizem que o candidato do PSL é o mais autoritário. Entre os que pretendem votar no capitão reformado, 81% acreditam ser ele o mais autoritário.

 

Jair Bolsonaro foi escolhido nesse quesito por 68% dos que votam em Fernando Haddad. Os eleitores foram consultados na última quarta (17) e quinta-feira (18) sobre uma série de atributos de imagem dos candidatos. Fernando Haddad aparece para a maioria (54%) como o que mais defende os pobres. O número chega a 60% entre os que ganham até dois salários mínimos. Já para 55%, Bolsonaro é o que mais defende os ricos.

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19 de Out // | Eleições 2018

O aplicativo de mensagens WhatsApp informou nesta quinta-feira, 18, em nota, que investiga o suposto disparo em massa de mensagens contra o Partido dos Trabalhadores por empresários que apoiam o candidato Jair Bolsonaro (PSL). O caso foi revelado pelo jornal "Folha de S.Paulo". O aplicativo confirmou a abertura da investigação em nota enviada ao jornal "O Estado de S. Paulo".

 

O Whatsapp, ainda na nota, afirma que "tem proativamente banido centenas de contas durante o período das eleições brasileiras". "Temos tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal ou automatizado, para que não possam ser usadas para espalhar spam ou desinformação", diz a nota do aplicativo.

 

Segundo informações da Folha, os disparos de milhões de mensagens são comprados por empresas que apoiam o candidato por até R$ 12 milhões. A reportagem afirma que os preços variam de oito a 12 centavos por mensagem para contatos de bases de dados fornecidas pelo candidato e das agências que prestam esse tipo de serviço. O WhatsApp afirmou que está comprometido em reforçar suas políticas para proteger a experiência do consumidor.

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19 de Out // Foto: Reprodução / Congresso em Foco | Eleições 2018

Deputado federal eleito com a votação mais expressiva, o pastor sargento Isidório (Avante) foi mais uma vítima de notícias falsas. Convencido por meio de imagens com informações falsas e correntes de Whatsapp que Fernando Haddad (PT), era homossexual e tinha criado o “kit gay”, o aliado de Rui Costa (PT) votou em Cabo Daciolo e enfrentava com resistência a ideia de apoiar Haddad no 2º turno.

 

A percepção de sargento Isidório mudou após o governador reeleito reunir aliados no Palácio de Ondina, nesta semana, para pedir empenho em favor da candidatura de Fernando Haddad no estado. Na ocasião, Rui explicou pontos do programa de Haddad que não tinham ficado claros por meio das peças falsas distribuídas no aplicativo de mensagens do pastor.

 

“Eu falei para Rui que não iria votar em viado, mas o governador me explicou que Haddad era casado e tinha filhos”, narrou Isidório, aliviado. “Era tudo fake news, não existiu kit gay nas escolas e não existe no programa do PT pontos como liberação de drogas e do aborto”, concluiu. Por meio de imagens falsas, o deputado também foi levado a crer que a candidata a vice-presidente Manuela D’Ávila (PCdoB), tinha tatuagens de Che Guevara.

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19 de Out // Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias | Eleições 2018

O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) não conseguiu um novo mandato na eleição do último dia 7 de outunro e ainda não sabe se vai continuar atuando em um cargo público a partir do próximo ano. Ele não descarta atuar em uma secretária, por exemplo, mas enquanto não houver essa perspectiva, o parlamentar afirma que vai se dedicar a outras atividades. Aleluia teve pouco mais de 68 mil votos.

 

“Vou exercer minha profissão de engenheiro. Se tiver alguma oportunidade vou também dar aula, vou trabalhar como administrador de empresas. Vou colocar meu tempo disponível pra trabalhar e vou fazer política também”, declarou o deputado em entrevista ao Bahia Notícias nesta última quinta-feira (18). “Não tenho previsão de cargo nenhum”, reforçou ele.

 

Apesar de já trabalhar com a possibilidade de atuar fora da vida pública, ele também não descarta voltar a concorrer em novas disputas eleitorais. “Vou trabalhar, mas vou continuar na política. E quando for possível, serei candidato ao cargo que for colocado à disposição”, comentou. Presidente estadual do DEM na Bahia, o deputado federal preferiu não comentar a disputa pela presidência da Câmara de Salvador segundo Bahia Notícias.

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19 de Out // Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil | Eleições 2018

Jair Bolsonaro não participará de nenhum dos debates na TV com Fernando Haddad previstos até o 2º turno da eleição presidencial, devido ao seu estado de saúde, informou na quinta-feira (18) o presidente do seu partido. "Apesar da melhora, o seu estado é ainda de absoluto desconforto para se submeter a uma situação de alto estresse sem nenhum motivo", informou o presidente do PSL, Gustavo Bebbiano.

 

Bolsonaro continua se recuperando da facada que levou em setembro durante um comício. Na manhã desta quinta-feira, o cirurgião Antônio Luiz Macedo, chefe da equipe que o operou no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, assegurou que, do ponto de vista médico, o candidato pode participar dos debates se assim desejar, mas com certas limitações.

 

O atentado o manteve por três semanas no hospital e ao sair Jair Bolsonaro concentrou mais a sua campanha nas redes sociais, sem participar dos primeiros debates previstos para o segundo turno, apesar de Haddad tê-lo desafiado a comparecer. O capitão apresentou atestados médicos, embora na semana passada tenha admitido que por "razões estratégicas" não compareceria a nenhum dos debates que restam segundo a Agência Brasil.

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19 de Out // Foto: Paulo Whitaker/Reuters | Eleições 2018

O candidato do PT ao Planalto, Fernando Haddad, afirmou ontem (18) que é preciso prender pelo menos um dos empresários que compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp para que toda a "quadrilha" apareça. "O importante agora é prender os empresários do caixa dois que financiaram o [Jair] Bolsonaro numa campanha de difamação", disse o petista.

 

"Basta prender um empresário, que vai ter delação premiada e vão entregar a quadrilha toda", completou antes de participar de um evento cem São Paulo. Haddad fazia referência à reportagem da Folha de S.Paulo desta quinta, que revelou que empresas compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp.

 

E disse que isso comprova que houve "montagem de organização criminosa de empresários via caixa dois" para promover uma campanha para difamá-lo. "Nós estamos falando aí de 20 a 30 empresários envolvidos nesse esquema. Se prender um, em menos de dez dias a gente vai ter a relação de todos os empresários que estão financiando com caixa dois uma campanha difamatória. A democracia do país que está em jogo", disse Haddad.

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19 de Out // | Eleições 2018

ACM Neto (DEM), prefeito de Salvador e presidente Nacional do DEM, classificou como “desastre eleitoral” a campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) durante o primeiro turno das eleições presidenciais deste ano. De acordo com o coordenador da campanha tucana e prefeito de Salvador, a falta de compromisso de membros do PSDB estão entre os motivos para a derrota do ex-governador de São Paulo.

 

“É preciso destacar a falta de compromisso dos aliados, a começar pelos próprios tucanos. Cada um cuidou de seu próprio umbigo. Na medida em que os próprios tucanos não davam exemplo, era difícil cobrar dos outros”, destacou ACM Neto em entrevista ao jornal de Folha de S. Paulo sobre a debandada do centrão da campanha no final das eleições no primeiro turno.

 

Neto falou que os palanques para Alckmin nos estados não funcionaram. Na Bahia, o correligionário de Neto e ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), deu palanque para o candidato. “Geraldo tinha dois grandes ativos: os palanques nos estados, que não funcionaram, e o enorme tempo de televisão, que também não funcionou. A campanha tucana não se preparou para este mundo digital. A atuação foi muito limitada”, argumentou.

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19 de Out // | Eleições 2018

Uma nova pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta quinta-feira (18) mostrou que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) segue liderando à corrida presidencial no segundo turno a 10 dias do segundo turno da eleição. Bolsonaro tem 59% dos votos válidos contra 41% do seu adversário, o petista Fernando Haddad. O deputado federal cresceu 1% em relação ao levantamento do instituto realizado na última semana.

 

As oscilações observadas nas preferências dos dois candidatos estão dentro da margem de erro do estudo, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. De acordo com a análise do estudo feito pelo jornal Folha de S.Paulo, o candidato do Partido dos Trabalhadores só aparece à frente do adversário no Nordeste, o mais fiel reduto de Haddad.

 

Haddad tem 53% das intenções na região contra 31% da intenções de voto em Bolsonaro. Em todas as outras regiões, o candidato do PSL vence o rival petista com ampla vantagem. No Sudeste, ele alcança 55% e Haddad tem 29%. Na região Sul, Bolsonaro está com 61% e o petista, 27%. O Datafolha entrevistou 9.137 eleitores em 341 municípios nesta última quarta (17) e nesta quinta-feira (18). A margem de erro é de 2%, para mais ou para menos.

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18 de Out // Foto: José Lucena/Futura Press | Eleições 2018

A deixar a casa do candidato Jair Bolsonaro (PSL) nesta quinta-feira (18), o médico cirurgião Antonio Luiz Macedo disse à reportagem que a participação do presidenciável em debates depende dele. "Depende dele por causa da colostomia", afirmou por meio de mensagem. Macedo é o responsável pelo acompanhamento médico de Bolsonaro desde que ele foi vítima de uma facada no dia 6 de setembro.

 

Ele foi à residência do capitão, na Barra da Tijuca, para uma avaliação médica. Ao contrário de visitas anteriores, deixou o local sem falar com jornalistas. Como a participação de Bolsonaro em debates aguardava liberação médica, a reportagem questionou Macedo sobre o tema, que respondeu sem dar mais detalhes sobre o que o candidato pode fazer.

 

O médico divulgou apenas uma nota à imprensa depois de ter deixado o local, onde passou quase duas horas. "O candidato à Presidência Jair Bolsonaro foi submetido hoje [quinta] a avaliação médica multiprofissional, de exames de imagem e laboratoriais, que se mostraram estáveis. Apresenta boa evolução clínica e a avaliação nutricional evidenciou melhora da composição corpórea, mas ainda exigindo suporte nutricional e fisioterapia", diz a nota.

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18 de Out // Foto: André Coelho / O Globo | Eleições 2018

O PDT prepara uma ação para pedir à Justiça Eleitoral a nulidade das eleições deste ano após as denúncias de práticas ilícitas no uso de redes sociais por parte da campanha do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira o presidente nacional do partido, Carlos Lupi. Segundo Lupi, a equipe jurídica do PDT ainda estuda a forma e o conteúdo da peça a ser apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral.

 

"Estamos preparando uma ação. Ainda não está pronta, o jurídico está examinando o termo exato e por isso ainda não soltei", disse o presidente do partido à Reuters. Reportagem do jornal Folha de S.Paulo desta quinta-feira apontou práticas ilícitas no uso de redes sociais por parte da campanha do candidato do PSL à Presidência segundo a Reuters.

 

O jornal afirma que empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT e a favor de Bolsonaro por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma operação para a próxima semana, antes do segundo turno da eleição. O candidato do PT, Fernando Haddad, acusou Bolsonaro de criar uma "verdadeira organização criminosa com empresários".

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18 de Out // Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo | Eleições 2018

O Partido dos Trabalhadores (PT) irá analisar, nesta quinta-feira (18), uma série de medidas judiciais para apurar o que a campanha de Fernando Haddad aponta como crimes de organização criminosa, caixa dois, calúnia e difamação e lavagem de dinheiro, praticados pelo candidato Jair Bolsonaro (PSL) para financiar a propagação de mensagens de WhatsApp com doações empresariais ilegais e ilícitas.

 

De acordo com uma denúncia apresentada pelo jornal Folha de S.Paulo, empresas compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno. A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

 

O movimento também incluiria o uso de números telefônicos de bancos de dados privados. "Ele [Bolsonaro] deixou rastro e nós vamos atrás do rastro para saber todo mundo que botou dinheiro sujo numa campanha de difamação", afirmou Fernando Haddad, nesta quinta-feira, à Revista Valor. O petista declarou ainda que podem ser pedidas prisões em flagrante ou preventivas. O PT também formulou uma denúncia n OEA de fraude internacional.

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18 de Out // | Eleições 2018

O candidato do Partido dos Trabalhadores à Presidência da República, Fernando Haddad, publicou uma sequência de tuítes repercutindo a manchete da Folha de S.Paulo desta quinta-feira (18), que informa que empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno.

 

O jornal Folha de São Paulo apurou que cada contrato chega a R$ 12 milhões de reais e, entre as empresas compradoras, está a Havan, cujo o dono, Luciano Hang, é amigo e apoiador do candidato Jair Bolsonaro (PSL). Os contratos são para disparos de centenas de milhões de mensagens. Questionado, Luciano Hang disse que não sabe "o que é isso".

 

As empresas apoiando a candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro compram um serviço chamado "disparo em massa", usando a base de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do próprio candidato (números cedidos de forma voluntária) segundo informações do Folhapress.

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18 de Out // Folhapress | Eleições 2018

Mais de mil acadêmicos americanos proeminentes e estudantes das principais universidades dos Estados Unidos (EUA) –Harvard, Yale, Princeton, Brown, Stanford, Universidade de Chicago, Berkeley– assinaram um manifesto contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), que tem como título "Defenda a democracia no Brasil: diga não a Jair Bolsonaro" segundo informações do Folhapress.

 

O candidato é classificado como de extrema-direita radical, que defende explicitamente a ditadura militar e a tortura, prejudica a defesa dos direitos humanos, é hostil com mulheres, negros, LGBTs, indígenas e pessoas pobres. A petição também afirma que as propostas do candidato podem promover o fim de benefícios políticos, sociais, econômicos e culturais no Brasil.

 

"Expressamos nosso crescente alarme diante da iminente ameaça presente na eleição do candidato Bolsonaro para a presidência no próximo dia 87 de outubro de 2018. Seu programa de extrema-direita radical reflete uma perigosa tendência internacional da eleição de políticos extremamente conservadores que conquistaram o poder estatal nos últimos anos", diz o texto, que foi assinado por profissionais e estudantes de 200 universidades.

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18 de Out // Foto: Fernando Moreira | Eleições 2018

Presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, a senadora Gleisi Hoffmann afirmou em entrevista nesta última quarta-feira (17), que o partido subestimou a campanha eleitoral feita pelo WhatsApp, ao não se preparar devidamente para isso. De acordo com ela, o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) está fraudando a eleição ao produzir mentiras disseminadas pelo aplicativo.

 

"A gente já tinha isso mais ou menos no radar por conta da campanha do Trump, mas não nos preparamos devidamente. Acho que aí tem um erro do PT, de nós termos subestimado, não a força das redes sociais tradicionais, mas não nos preparamos para a questão do Whatsapp", afirmou Gleisi, em entrevista de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.

 

Em discurso no plenário do Senado Federal, ela acusou Jair Bolsonaro de basear o segundo turno na disseminação de mentiras. "O senhor [Jair Bolsonaro] é responsável por fraudar esse processo eleitoral, manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de Whatsapp pagos, de fora deste país", afirmou. Ela ainda responsabilizou o candidato por atos de violência ocorridos nas últimas semanas.

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18 de Out // Foto: Agência Brasil | Eleições 2018

O Ministério Público de Santa Catarina abriu na terça-feira (16) procedimento para investigar uma possível “ação orquestrada” de apoiadores do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) para desacreditar o sistema de votação e a segurança da urna eletrônica. Segundo o jornal O Globo, o órgão recebeu um conjunto de mais de 150 reclamações durante a votação de primeiro turno das eleições.

 

Se algum vínculo da equipe de Bolsonaro com a disseminação dessas notícias for identificado pelas apurações, a investigação será encaminhada pelo MPF de Santa Catarina à procuradora-geral eleitoral, Raquel Dodge, em Brasília. Ela é responsável por propor medidas contra candidatos à Presidência da República junto ao Tribunal Superior Eleitoral.

 

O procedimento vai analisar, inicialmente, a alta quantidade de denúncias feitas por eleitores às autoridades catarinenses, apontando que apertaram o número do candidato, mas não viram a foto do escolhido. O MP solicitou que o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina esclareça se houve falhas nas urnas nos casos relatados e, caso não sejam detectadas falhas, vai apurar se esses eleitores tinham intenção de disseminar notícias falsas.

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18 de Out // Foto: Reprodução / Jovem Pan | Eleições 2018

O PT não fez uma autocrítica. Esse é o principal problema de Fernando Haddad no 2º turno. Para a maioria dos correligionários dele, as recentes revisões da história do partido servem como a “mea culpa”, cobrada publicamente por Cid Gomes (PDT). Não servem. E essa falsa condição de defensores perpétuos da moralidade fez com que Jair Bolsonaro (PSL) colocasse as “mãos na faixa” como o próprio deputado federal brincou.

 

Cid Gomes disse que o PT vai “perder feio”. Ainda não sabemos se será verdade. O que se sabe é que desde a aposta no discurso de golpe a Dilma Rousseff até a insistência na inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tudo pareceu minimamente orquestrado para que o partido se tornasse o salvador da nação. Só não combinaram com a nação.

 

Bolsonaro deve ser questionado por suas opiniões racistas, homofóbicas e misóginas, e isso não pode ser esquecido. Porém, caso se confirme a eleição dele no dia 28, provará que conseguiu sustentar melhor do que ninguém um discurso antipetista que catalisou toda a insatisfação do povo com a “esperança” pregada por Lula e seus aliados ao longo de 30 anos, contando as candidaturas derrotadas do próprio líder máximo do PT desde 1989.

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18 de Out // Bahia Notícias | Eleições 2018

O presidente do PT na Bahia, Everaldo Anunciação, deu um recado ao deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), que pretende ser candidato à presidência da Assembleia Legislativa: o partido só vai discutir o assunto após o 2º turno das eleições. Segundo Everaldo, o assunto eleição na AL-BA não é prioridade na sigla agora, mesmo com Rosemberg tendo externado para ele sua disposição em concorrer.

 

“Temos uma pauta política, que é ampliar a votação de Haddad na Bahia. Depois de encerrado o segundo turno, nós vamos sentar para conversar sobre essa pauta [da presidência da AL-BA]”, indicou o dirigente estadual petista em entrevista ao Bahia Notícias. O comunicado foi feito, inclusive, ao próprio Rosemberg, que já se reuniu com ele para tratar do tema.

 

Ele ainda reiterou que o partido, com a maior bancada da AL-BA, formada por 10 deputados, tem “legitimidade” de pleitear a presidência. No entanto, as discussões sobre o assunto precisam ser feitos junto à base governista, na opinião de Everaldo. “Assim como nas eleições majoritárias, o que tem garantido vitórias consecutivas nossas é esse diálogo. Temos maturidade para tomar decisões que possam contemplar os partidos”, defendeu ele.

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18 de Out // | Eleições 2018

O governador Rui Costa (PT) voltou a discursar em defesa de Fernando Haddad (PT), candidato a presidência da República na tarde desta última quarta-feira (17), no sul do estado. Durante reuniões que participou em Itapetinga, pela manhã, e em Itabuna, à tarde, Rui destacou a importância de garantir a vitória de um candidato que tenha “compromisso com os brasileiros” segundo informações do Bahia Notícias.

 

“Se o povo me deu 75% dos votos, foi para eu fazer mais e melhor! Quero ter um presidente da República que goste da Bahia, que seja apaixonado pelos baianos”, falou. Na conversa com lideranças do Médio Sudoeste e Litoral Sul, Rui agradeceu sua reeleição e os 60% dos votos dos baianos para Fernando Haddad, mas pediu empenho para ampliar a votação.

 

“Nosso objetivo é garantir 80% de votos válidos para Haddad na Bahia”, disse Rui. Na opinião do governador, “a educação, a fé em Deus e amor da família são os maiores valores que vamos passar aos nossos filhos e ele reúne todos esses atributos. O governo de Haddad não será do PT, mas de todas as forças democráticas capazes de fazer o Brasil retomar o caminho do desenvolvimento, com respeito à convivência de todos os seus cidadãos”.

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18 de Out // | Eleições 2018

Com diversas citações bíblicas e reafirmando que posições em relação ao aborto e o que chamou de “ideologia de gênero” não estão o seu plano de governo, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, divulgou nesta última quarta-feira (17), uma carta aberta aos evangélicos. Intitulada “Carta aberta ao Povo de Deus”, o texto defende a origem cristã e familiar do candidato que é professor.

 

“Venho de família religiosa desde meu avô. Sou casado há 30 anos com a mesma mulher, Ana Estela, minha companheira de jornada que criou comigo dois filhos, nos valores que aprendemos com nossos pais. Sou professor, passaram por minhas mãos milhares de jovens com os quais aprendi e ensinei meus sonhos de um Brasil digno e soberano”, escreveu.

 

Na carta direcionada diretamente ao povo evangélico do país, segmento religioso cujo lideranças declararam apoio a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), Fernando Haddad defendeu que sua candidatura se espelha em mais ideais cristãos ao não refletir o medo, ódio e mentiras. “Desde as eleições de 1989, o medo e a mentira são semeados entre o povo cristão contra candidatos do PT”, disse Fernando Haddad que ainda acrescentou.

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18 de Out // Foto: Kelly Fuzaro | Eleições 2018

O candidato à presidência do Brasil pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse, na quarta-feira (17), que está com a "mão na faixa", e que seu adversário na corrida presidencial, Fernando Haddad (PT), não vai conseguir tirar dele "18 milhões de votos" até o dia 28 de outubro, data do segundo turno das eleições. O presidenciável afirmou ainda que sua participação em debates depende de avaliação dos médicos.

 

Bolsonaro está sendo acompanhado  desde que foi alvo de uma facada no início do mês de setembro durante campanha, e de estratégia política. "É lógico, política é estratégia. O Lula não compareceu ao debate no final, até o último da rede Globo, não sei se for 2006, se não me engano, ele não compareceu. Entra tudo no meio, eu decido em equipe", disse Bolsonaro.

 

"Agora, eu vou debater com um cara que é um poste, um pau mandado do Lula? Tenha a santa paciência. A equipe médica que decide amanhã se estou em condições ou não", disse sobre a possibilidade de ir a debates. O presidenciável visitou a PF do Rio, ontem (17), para agradecer a proteção policial durante a campanha eleitoral. Cada um dos candidatos à presidência da República tem direito a uma equipe de segurança de 21 policiais federais.

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17 de Out // Foto: Agência Brasil | Eleições 2018

Fernando Haddad se apresentou como cristão, neto de um líder religioso no Líbano e casado há 30 anos com a mesma mulher, Ana Estela. Disse que deixará temas sensíveis, como a legalização das drogas e do aborto, a cargo do Congresso e desmentiu boatos de que defende pedofilia. "Não é nenhuma concessão, é o que penso. Um presidente não é eleito para colocar seu ponto de vista nas coisas".

 

"Se eu digo que matar é a solução, que torturar é a solução, que exemplo eu estou dando? Falo isso como cristão e cidadão", afirmou. O candidato do PT ao Planalto estava diante de lideranças evangélicas, hoje (17) em São Paulo, num esforço para tentar conter a onda em apoio a seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), entre religiosos, pobres e mulheres.

 

Desde as vésperas do 1º turno, a equipe de Haddad tem se preocupado com notícias falsas que circulam contra o petista nas redes sociais -e com o fato de não ter encontrado um antídoto eficaz para combatê-las. O petista atribui a circulação dessas informações caluniosas a Bolsonaro e a  apoiadores. Mesmo ciente das dificuldades para dilatar o apoio entre as denominações, Haddad fez um discurso em que se comprometeu com os valores da família.

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17 de Out // Foto: Reprodução AIJE | Eleições 2018

A campanha do candidato Fernando Haddad (PT) ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PSL) e do vice, general Hamilton Mourão (PRTB), por abuso de poder econômico. Na ação, o petista alega que há desequilíbrio por causa de dezenas de outdoors em apoio a Bolsonaro, que teriam sido colocados de forma ilegal em todo o país.

 

Na peça, a campanha de Fernando Haddad cita um levantamento feito pela Procuradoria Geral Eleitoral, que mostra que os outdoors foram instalados em pelo menos 33 municípios de 13 estados. O candidato petista argumentou que as propagandas revelam uma “ação orquestrada, que escapa da singela manifestação de apoiadores desavisados”.

 

O PT citou que os custos com a locação do espaço publicitário não estão na prestação de contas de nenhum candidato e de nenhum partido. Assim, o abuso de poder econômico se configuraria porque Jair Bolsonaro ganhando apoio financeiro que não contabilizado nos gastos de campanha, dando resultados usufruídos pelo candidato. O PT ainda anexou na ação uma postagem em que Bolsonaro aparece agradecendo apoio pelos outdoors.

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17 de Out // Foto: Kid Jr | Eleições 2018

Após o fiasco na articulação de uma frente democrática em apoio a Fernando Haddad, a campanha do PT ao Planalto admite ajustes no segundo turno e ainda tenta ampliar as alianças com outros setores da sociedade. Com ataques feitos pelo senador Cid Gomes, a ordem no QG petista é investir no eleitorado mais pobre e em grupos de evangélicos, juristas, artistas e intelectuais.

 

Nesta quarta-feira (17), Haddad vai se reunir com lideranças evangélicas em São Paulo e prepara uma carta em que se comprometerá com a defesa da vida e valores da família. O ato é reflexo da preocupação dos petistas em conter o avanço de Jair Bolsonaro (PSL) inclusive entre o eleitorado lulista, como pobres, nordestinos e religiosos segundo o Folhapress.

 

Segundo pesquida do Datafolha, cerca de 70% dos evangélicos estão com o capitão reformado. O candidato do PSL tem 18 pontos sobre o petista segundo o Ibope da última segunda-feira (15) -59%, contra 41% de Haddad. Para diminuir essa diferença, o herdeiro de Lula esperava formar uma frente com atores políticos importantes, como Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), mas as tratativas não avançaram.

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17 de Out // Foto: Divulgação | Eleições 2018

Mais de 1,2 mil juristas, advogados, ex-ministros e professores de Direito assinaram um manifesto em favor do candidato à presidência Fernando Haddad (PT), diante do atual cenário político. O manifesto pela vitória do petista foi divulgado nesta última terça-feira (16). O manifesto destaca uma frase de Martin Luther King: “O que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons”.

 

“Todos os povos têm momentos de união em torno de temas civilizatórios. A união se dá em torno de assuntos que transcendem para além dos interesses individuais, corporativos e partidários”, diz o texto. Entre os signatários do ofício, estão o ex-ministro da Justiça do governo Fernando Henrique, José Carlos Dias; Eugênio Aragão e José Eduardo Cardozo.

 

Também na lista está Tarso Genro; ex-ministro do Supremo, Sepúlveda Pertence; Marcelo Lavenère, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Alberto Toron, advogado ligado ao PSDB; e Belisário dos Santos Júnior, ex-secretário de Justiça no governo de Mário Covas. Os juristas afirmam que Haddad é “o único, nesse segundo turno, capaz de garantir a continuidade do regime democrático e dos direitos que lhe são inerentes”.

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17 de Out // Bahia Notícias | Eleições 2018

Mesmo sem lograr êxito na tentativa de se eleger senador da República pelo principal grupo de oposição na Bahia, Irmão Lázaro (PSC) acredita que saiu da eleição estadual de 2018 mais forte do que entrou. Por essa razão, o deputado federal falou que espera do prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), condutor do grupo, uma alocação em algum lugar na próxima fase da gestão democrata.

 

“O meu desejo hoje, o que seria mais viável, o movimento mais comum, é que o PSC continue na base do prefeito ACM Neto. Mas isso vai depender do que o prefeito decidir na distribuição dos espaços ao indicar os novos secretários”, comentou Lázaro. O gestor deve anunciar uma reforma na prefeitura nas próximas semanas para equilibrar as forças políticas da sua base.

 

“A única coisa que tenho certeza é que nós vamos participar da gestão. Não sei se será na política em Salvador ou em Feira, cidades onde tivemos votação expressiva”, defendeu. “Eu gostaria de continuar dentro do projeto de ACM Neto e que ACM Neto continuasse dentro do projeto Irmão Lázaro”, completou o candidato que chegou a aparecer eleito nas primeiras pesquisas para o Senado, mas terminou em terceiro lugar com 15,37% dos votos.

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17 de Out // G1 | Eleições 2018

O PT é o partido que ocupa o 1º lugar na simpatia dos eleitores, de acordo com o Ibope. A sigla foi citada por 22% dos 2506 eleitores em 176 municípios. Em outro item avaliado, a rejeição ao partido subiu 13 pontos, considerando a pesquisa de 4 de setembro, que mediu em quais partidos o eleitor não votaria. Entretanto, considerando a pesquisa de 20 de agosto, houve uma queda de sete pontos percentuais neste quesito.

 

Em segundo aparece o PSL com 12% da preferência do eleitorado. A sigla passou do 1% da simpatia dos eleitores, registrado no levantamento de 20 de agosto, para os atuais 12%. Quanto a rejeição, o partido de Jair Bolsonaro soma 7%. A pesquisa Ibope foi divulgada na segunda-feira (15) e o levantamento de dados realizado nos dias 13 e 14 de outubro.

 

Entrevistados: 2506 eleitores em 176 municípios. Quando a pesquisa foi feita: 13 e 14 de outubro. Registro no TSE: BR‐01112/2018. Nível de confiança: 95%. Contratantes da pesquisa: TV Globo e "O Estado de S.Paulo". O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

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17 de Out // Foto: Reprodução / EBC | Eleições 2018

O ministro da Ciência, Gilberto Kassab (PSD), comunicou à equipe do candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) o apoio do seu partido no segundo turno das Eleições 2018. Durante o primeiro turno, o PSD apoiou oficialmente o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB). Mas lideranças do PSD já vinham manifestando ainda no primeiro turno apoio a Bolsonaro, como em Minas Gerais e Rio.

 

Ministro de Michel Temer (MDB), Kassab também foi do governo de Dilma. Na semana passada, Kassab procurou Paulo Guedes, economista da campanha de Bolsonaro e de quem ele é amigo desde os tempos da campanha de Guilherme Afif. Kassab perguntou a Guedes quem era o melhor interlocutor político da campanha para comunicar a decisão.

 

Gilberto Kassab, Afif e Onyx Lorenzoni (DEM) jantaram em Brasília nesta última terça-feira (9) e na oportunidade o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações explicou que o PSD só não poderia anunciar formalmente o apoio a Jair Bolsonaro porque os diretórios da Bahia e Sergipe apoiavam o Partido dos Trabalhores. Mas, na prática, o partido fará campanha para Bolsonaro no segundo turno segundo informações da colunista Andréia Sadi.

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17 de Out // Foto: Divulgação | Eleições 2018

Cotado para ministro da Casa Civil de um eventual governo Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM) afirmou que o candidato não irá a debates no 2º turno e disse que debate não decide eleição. "Alguém que está há três anos e meio falando, mostrando suas ideias, caminhando em lugares que vocês não vão, mas ele foi, conquistou tudo que ele conquistou, ele tem que dizer mais o quê?", disse a jornalistas na Câmara.

 

Lorenzoni afirmou que Bolsonaro não comparecerá aos encontros por orientação médica. O candidato passou por procedimentos cirúrgicos e mantém uma bolsa de colostomia desde de setembro, quando foi esfaqueado em um atentado em Juiz de Fora. A colostomia é uma abertura cirúrgica no abdômen ligada à terminação do cólon, com a finalidade de eliminar as fezes.

 

"Vocês ainda acreditam que debate decide eleição? Não, né?", questionou. O deputado do DEM se irritou quando jornalistas perguntaram se Bolsonaro deixaria de ir ao embate com Fernando Haddad (PT), sobre quem mantém larga vantagem nas pesquisas, por estratégia. "Tu já entrou no Google para ver o que é colostomizado? Então olha e pergunta pra ti mesma, não pra mim, se tu acha que uma pessoa assim pode ir num debate televisivo", disse.

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17 de Out // Foto: Agência Brasil | Eleições 2018

Durante palestra a empresários ontem (16), o presidente Michel Temer (MDB) criticou o "calor eleitoral" e pediu que o próximo mandatário siga uma "estrada institucional". "Eu vejo as pessoas no calor eleitoral; isto é ruim para o país", afirmou sem citar nomes. "Você chegar e querer dizer uma coisa durante a campanha eleitoral, e depois não consegue cumprir. Sobretudo lançar eventuais falsidades."

 

Temer defendeu que o Brasil melhore sua cultura política, citando a necessidade de diálogo com o Congresso e de uma oposição que ajude a governar, inclusive ao fiscalizar o governo. "Sem democracia, não há caminho possível para as liberdades individuais e o crescimento do país", declarou. "Tem que conviver com uma eventual oposição."

 

Professor de direito, o emedebista voltou a defender a atual Constituição, e criticou a proposta de se fazer uma nova Constituinte que está no plano de governo de Haddad e também foi cogitada pelo vice de Bolsonaro. Para ele, a ideia geraria instabilidade e representaria uma "ruptura no Estado". "Vai lá na Constituição que você encontra tudo!", disse. "Ninguém vai botar dinheiro no Brasil, investir, se não souber o que vai acontecer lá na frente."

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16 de Out // Foto: Agência Brasil | Eleições 2018

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, adiou nesta terça-feira (16), para esta próxima quarta-feira (17), a reunião com representantes das campanhas dos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) para discutir a veiculação de notícias falsas por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens que circula por todo o país.

 

Segundo a assessoria do TSE, o adiamento atende pedido do representante da campanha de Bolsonaro. O encontro for remarcado para ocorrer, a princípio, às 19h30 de quarta-feira (17), de acordo com a agenda de Rosa Weber divulgada pelo tribunal. As notícias falsas (fake news) entraram na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral.

 

No entanto, um conselho consultivo formado pelo tribunal para lidar com o assunto até o momento não apresentou medidas efetivas. A publicação de uma resolução específica sobre o tema, por exemplo, chegou a ser discutida nas reuniões, mas não chegou a ser proposta. Em outras frentes, o tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas e reforçou a equipe que monitora essa prática segundo a Agência Brasil.

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16 de Out // Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil | Eleições 2018

O candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad, disse hoje (16) que, caso vença as eleições, pretende mudar toda a atual equipe econômica. Ele enfatizou que essa é uma das diferenças que marcam, no segundo turno, as propostas dele e do adversário do PSL, Jair Bolsonaro. “Ao contrário do Bolsonaro, nós decidimos não manter ninguém da equipe econômica do Temer no nosso governo.

 

A partir do dia 1º de janeiro, a equipe do Temer sai e entra uma nova equipe”, ressaltou em entrevista coletiva segundo informações da Agência Brasil. Jair Bolsonaro e seu coordenador de programa econômico, Paulo Guedes, já fizeram elogios públicos ao presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e o consideraram "excelente nome" para seguir no cargo.

 

Guedes também elogiou o atual secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. Paulo Guedes já disse em entrevistas que terá total liberdade para montar sua equipe, caso Bolsonaro vença - e ele não excluiu aproveitar "extraordinários quadros" do setor público. Haddad também comemorou a decisão do TSE que ordenou a remoção de seis postagens de Bolsonaro no YouTube e no Facebook que criticam o livro “Aparelho Sexual e Cia”.

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16 de Out // Foto: Varela Notícias | Eleições 2018

O prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM, ACM Neto, negou hoje (16), que, ao apoiar o candidato Jair Bolsonaro (PSL) no 2º turno, concorde com posições do capitão da reserva em relação a pautas como combate ao racismo, homofobia e misoginia (aversão às mulheres). O presidenciável é acusado de ser contra essas minorias sociais, tendo comportamentos machistas, homofóbicos e racistas.

 

“Não sou e nunca fui homofóbico, nunca fui racista e nem machista. Os políticos não devem interferir nas preferências pessoais, nos hábitos e costumes que estão dentro do direito livre de cada cidadão”, defendeu, em entrevista durante lançamento do programa Pé na Escola. No entanto, ele disse não acreditar que Bolsonaro tenha posicionamentos preconceituosos.

 

“Não sei se Jair Bolsonaro é nada disso. Ele, pelo contrário, tem procurado dizer que vai fazer um governo para todos”, declarou o prefeito, ponderando também que não é “obrigado a concordar com tudo o que ele defende”. ACM Neto ainda indicou que, na avaliação dele, nesta eleição, as lutas de minorias combatidas por Jair Bolsonaro não são a principal pauta dessa eleição, e sim a derrota ao Partido dos Trabalhadores segundo o Bahia Notícias.

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16 de Out // Folhapress | Eleições 2018

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, respaldou nesta terça-feira (16) o desabafo feito pelo senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) e disse que as críticas feitas pelo irmão de Ciro Gomes "representam majoritariamente o sentimento da sigla". "Não tem autocrítica no PT. O que o Cid Gomes está falando é verdade. Que autocrítica eles fizeram? Ele desabafou sentimento majoritário no partido", disse.

 

Ontem (15), em evento de apoio a Fernando Haddad (PT), Cid cobrou da direção petista que reconheça os erros, chamou militantes petistas de "babacas" e disse que, desse jeito, o PT merece perder. Segundo Lupi, apesar dos pedidos da campanha petista, Ciro não fará aceno mais incisivo de apoio a Haddad e cumprirá decisão do partido de um anúncio crítico de voto.

 

"Esse projeto do PT, que é hegemônico, nunca na história teve um momento de apoiar quem quer que seja. Eles só querem apoio", disse. Lupi reconhece que o PDT tem parcela de responsabilidade por uma eventual vitória de Jair Bolsonaro (PSL), mas avalia que o PT é o principal responsável. "No PDT, temos nossos erros também. Nós contribuirmos com essas falhas. Mas quem cometeu mais falhas foi o PT", afirmou segundo o Folhapress.

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16 de Out // | Eleições 2018

A pesquisa Ibope divulgada na noite desta última segunda-feira (15) traz um cenário em que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) lidera as intenções de votos na maioria das regiões do país, exceto o Nordeste. Entre o eleitorado nordestino, o candidato do PSL tem 33%. Já o petista Fernando Haddad possui 57%. No recorte do Norte/Centro-Oeste, Bolsonaro registra 59%, enquanto Haddad tem 33%.

 

No Sudeste, 58% dos eleitores preferem Bolsonaro. Fernando Haddad aparece com 29%. No Sul, está o maior percentual de apoiadores de Bolsonaro: 62%. Lá, 28% preferem Haddad. A pesquisa tem margem de erro de 2% para mais ou para menos, ouviu 2.506 mil eleitores em 176 cidades entre os dias 13 e 14 de outubro. O estudo está registrado no TSE.

 

No cenário nacional, o candidato Jair Bolsonaro tem 59% dos votos válidos, enquanto Haddad tem 41%. No cenário que considera os votos totais, Bolsonaro aparece com 52% enquanto Haddad tem 37% dos votos. Outros 9% dos entrevistados disseram que vão anular ou votar em branco e 2% não souberam responder. No cenário de rejeição, o deputado também aparece melhor, com 41% dos entrevistados dizendo que votariam nele com certeza.

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16 de Out // Bahia Notícias | Eleições 2018

Na primeira reunião com a base governista após ser reeleito, o governador Rui Costa (PT) pediu a deputados estaduais e federais do grupo que se empenhem, aqui no estado, na eleição de Fernando Haddad para a Presidência. No Palácio de Ondina, o petista fez um apelo para que todos fossem a campo, mobilizando suas bases no interior, como prefeitos e vereadores, para garantir mais votos a Haddad.

 

A estratégia é estimular as pessoas a irem às urnas, já que houve uma abstenção 20,74% no estado, o que representa um universo de mais de 2,1 milhões de eleitores que deixaram de votar. Além disso, 1.170.405 milhão (14,21%) daqueles que compareceram às urnas anularam o voto, enquanto 314.605 mil (3,82%) votaram branco.

 

A avaliação é de que a eleição de Haddad é difícil, mas não impossível. Rui está preocupado com dificuldades que a Bahia pode viver nos próximos quatro anos, caso Jair Bolsonaro (PSL) seja eleito. Como Haddad e o governador são mesmo partido, a interlocução entre eles seria mais fácil. Além disso, Rui, o senador eleito Angelo Coronel e o senador Otto Alencar fizeram discursos de agradecimento pela eleição estadual segundo o Bahia Notícias.





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