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Eleições 2018

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13 de Ago // Foto: Ulisses Dumas | Eleições 2018

O governador da Bahia e candidato à reeleição, Rui Costa (PT), vai para Brasília na próxima quarta-feira (15), onde participará da marcha até a sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para registro da candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do candidato petista.

 

Além dele, vários deputados federais e estaduais baianos também devem participar do evento. O presidente do PT na Bahia, Everaldo Anunciação, estima que mais de 2 mil baianos sairão do estado, distribuídos em cerca de 20 ônibus, para engrossar o coro daqueles que querem pressionar o TSE a homologar a candidatura de Lula.

 

Ao todo, segundo o presidente estadual do partido, mais de 2 mil baianos devem marcar presença no evento. Além dos ônibus, o diretório estadual estima que caravanas e militantes devem ir para o protesto em outros meios de transporte. Moradores do oeste baiano devem formar a maior frente da força do estado na data “por conta da proximidade geográfica com Brasília”, diz Everaldo Anunciação segundo informações do Bahia Notícias.

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13 de Ago // Foto: Vagner Souza/BNews | Eleições 2018

Coordenador-geral da campanha do governador Rui Costa (PT), o ex-secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, disse que o grupo espera arrecadar entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões de reais para financiar as atividades pelo estado  da Bahia nos próximos 45 dias. O limite para candidatos ao governo baiano é de R$ 14 milhões.

 

Segundo Jerônimo, cada partido fará uma contribuição, bem como cada candidato a deputado. “A principal fonte de recursos é o fundo eleitoral. Temos uma parte do PT, ainda está havendo a discussão com o diretório nacional sobre o valor. Essa semana fecharemos o valor. O PP de João Leão também colocará fundos”, explicou.

 

“O governador está dialogando com os partidos para que cada candidato a deputado entre com uma contrapartida. Os deputados antes não faziam isso. Esse ano o governador mudou dada a situação econômica. Os deputados recebem dinheiro do fundo eleitoral e é mais fácil para prestarmos contas”, prosseguiu o petista, acrescentando que os valores devem ser fechados até esta próxima quinta-feira (16) segundo informações do Bocão News.

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13 de Ago // Foto: Ricardo Stuckert | Eleições 2018

Dirigentes do PT que estão à frente da marcha para o registro da candidatura do ex-presidente Lula pediram reforço na proteção de prédios dos ministérios. Segundo a Folha, os petistas levaram o pleito à Secretaria de Segurança do Distrito Federal por receio de que pessoas infiltradas danifiquem edifícios e eles tenham que arcar com a responsabilidade.

 

O PT precisa registrar o nome de Lula na disputa até a próxima quarta-feira (15), mas não há garantias de que o ex-presidente seja autorizado a concorrer à Presidência da República. Preso há mais de quatro meses, ele foi condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá.

 

Então, se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impugnar o pedido, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), vai assumir a cabeça da chapa com a deputada estadual Manuela d'Ávila (PCdoB) como vice. Membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra vão acompanhar o ato de entrega do registro da candidatura de Lula pelo Partido dos Trabalhadores. Pelos cálculos do MST, 5 mil iniciaram a caminhada no último sábado (11). 

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13 de Ago // Foto: João Brandão/ Bahia Notícias | Eleições 2018

João Leão (PP), o vice-governador da Bahia, defendeu que o partido deverá fazer uma campanha ‘light’ para o ex-presidente Lula (PT). O apoio menos incisivo do PP baiano ao PT seria uma forma de respeitar o nome da correligionária de Ana Amélia (PP), que foi apresentada como candidata a vice-presidente na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB).

 

“O partido segue uma linha, mas cada estado tem a sua posição. Aqui no estado reunimos todos os nossos deputados federais, estaduais e os prefeitos e decidimos que vamos seguir a linha de Lula”, comentou João Leão durante o registro da candidatura de Rui Costa (PT) nesta segunda-feira (13), no TRE da Bahia.

 

Não há informações concretas sobre o apoio do PP-BA a Fernando Haddad (PT), candidato que pode assumir a cabeça de chapa petista, caso o nome de Lula seja impugnado pela Justiça Eleitoral. Ao Bahia Notícias, o deputado federal Cacá Leão (PP) ponderou que o apoio estadual do partido poderia ficar indefinido caso Jaques Wagner não assumisse o lugar de candidato à presidência, durante a conveção do partido na última semana.

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13 de Ago // Foto: João Brandão / Bahia Notícias | Eleições 2018

Candidato ao Senado nesta eleição, o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ângelo Coronel (PSD), minimizou a eventual falta de apoio de colegas do PSB. "Eu acho que cada um tem que escolher as pessoas que acham que deve merecer o voto, como eu tenho hoje uma grande parcela do PSB, que já fechou apoio à nossa candidatura", disse.

 

Coronel ainda acrescenta: "Não será um divergente que vai influenciar no apoio", ressaltou o deputado estadual. Na manhã desta segunda-feira (13), Coronel participa do registro oficial da candidatura da chapa majoritária do governador Rui Costa (PT) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) segundo o Bahia Notícias.

 

Na sexta-feira, o presidente do PSB na capital baiana, Waldemar Oliveira, disse que seu candidato será o apresentador Celsinho Cotrim, que disputa o posto pelo PRTB, na chapa do ex-prefeito João Henrique (PRTB). O PSB resistiu à candidatura de Ângelo Coronel porque Rui Costa acabou colocando o social democrata no lugar da senadora Lídice da Mata (PSB), que disputaria a reeleição. Agora, ela é candidata à deputada federal.

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13 de Ago // Foto: João Brandão/ Bahia Notícias | Eleições 2018

O ex-governador Jaques Wagner (PT) comentou não estar completamente por dentro das discussões da divisão do fundo partidário dentro do PT, após o jornal Folha de S.Paulo publicar que a candidatura dele ao Senado seria prioridade dentro do partido. Segundo a publicação, Wagner e Eduardo Suplicy receberiam R$ 1,3 milhão para a campanha.

 

O valor é maior que outros candidatos da legenda à Câmara Alta. “Eu não sei quanto cada um vai ganhar. Essa é uma decisão do partido, mas é possível que se a proporção for feita pelo número de eleitores de cada estado, São Paulo deve ser o maior e a gente o quarto maior”, comentou Jaques Wagner.

 

“A última informação que tive da presidenta [do PT, Gleisi Hoffmann] é que para a Bahia caberia R$ 1 milhão, mas não sei quanto eu vou ganhar. Acredito que candidatas mulheres ao Senado vão ganhar mais por causa dos 30% do fundo partidário, o resto seria pelo número de eleitores”, completou. Apesar das indagações de Wagner, a candidatura de Dilma (PT) por Minas, não apareceu entre as que receberiam mais do fundo para a campanha.

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13 de Ago // Foto: Reprodução | Eleições 2018

O grande teste de transferência de votos do ex-presidente Lula se dará no Nordeste. A região, que se transformou em fortaleza petista, concentra o maior número de órfãos do ex-presidente quando seu nome não aparece nas pesquisas. O PT terá o desafio de levar quase 20 milhões de lulistas às urnas em outubro para votar em um nome diferente.

 

O ex-presidente tem o apoio de quase 50% dos nordestinos, mas Fernando Haddad ainda é um virtual desconhecido. Em simulações de segundo turno na região, o substituto de Lula fica tecnicamente empatado com Jair Bolsonaro (25% a 28%), perde para Geraldo Alckmin (30% a 21%) e toma uma lavada de Ciro Gomes (40% a 14%).

 

A esperança dos petistas está no estoque de eleitores sem candidato. Com Lula fora da parada, pelo menos 4 a cada 10 moradores da região não sabem quem escolher ou declaram voto em branco ou nulo. Da prisão, o ex-presidente azeitou a estrutura partidária do PT e de seus aliados para dar a largada em uma transferência em massa de votos quando Fernando Haddad for oficialmente ungido como seu substituto segundo informações do Folhapress.

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13 de Ago // Bocão News | Eleições 2018

Dono da rede esportiva Centauro, uma das maiores varejistas do país, o empresário Sebastião Bomfim, revelou quem vai apoiar nas eleições de outubro. "Em outubro, vou de Bolsonaro. Está decidido", afirma em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo. Desabafo do empresário no WhatsApp terminou com a indicação de voto em Jair Bolsonaro.

 

Para publicação, ele disse que enxerga no deputado do PSL a chance de romper com "o modelo que está aí", que é refém do presidencialismo de coalizão e de um Estado que alimenta privilégios. "Sem dúvida nenhuma vou sofrer discriminação. Levarei pedrada, mas paciência", diz o empresário Sebastião Bomfim, resoluto.

 

Nada contra o ex-governador de São Paulo, que "foi um bom gestor", diz. Mas Geraldo Alckmin deixou-se seduzir pela velha política ao firmar acordo com o centrão (bloco formado por DEM, PP, PRB, PR e SD). E uma das coisas que Bomfim mais desgosta nessa vida é o tal do centrão. "O que eu não quero é o presidencialismo de coalizão. Quero menos ainda um petismo. E menos ainda uma ditadura." Por fidelidade à lista de vetos, quase abandonou Bolsonaro.

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13 de Ago // Folhapress/Reynaldo Turollo Jr | Eleições 2018

Cortejados por vários presidenciáveis antes de fecharem com Geraldo Alckmin (PSDB), também candidato a presidente da República, os partidos do centrão, bloco considerado a “noiva da eleição”, foram os que mais fizeram caixa no ano passado com recursos oriundos do fundo partidário, que é distribuído para a manutenção das siglas.

 

Esse dinheiro poderá ser usado na eleição, junto com a fatia que cada partido receberá do novo fundo eleitoral, o “fundão” de R$ 1,7 bilhão criado exclusivamente para financiar campanhas após a proibição de doações por empresas. O PR, com R$ 42,5 milhões em caixa, foi o partido que mais guardou recursos em 2017.

 

Em seguida vem o PRB, com R$ 24,9 milhões, e, em terceiro lugar, o PP, com R$ 20,1 milhões. Somadas as economias dos três, o dote da noiva chega a R$ 88 milhões. Em maio, em resposta a uma consulta de um parlamentar do Solidariedade, que também integra o centrão, o TSE confirmou que os partidos poderão aplicar 100% das sobras do fundo partidário na campanha deste ano, junto com os recursos do novo fundo eleitoral.

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13 de Ago // Folhapress -Simon Ducroquet | Eleições 2018

Quem se dispuser a ver a propaganda eleitoral neste ano vai se deparar, novamente, com um cenário partidário complexo. Entre velhos conhecidos pelos brasileiros, siglas que viraram slogans e debutantes, serão 35 partidos políticos. Mas isso nem sempre foi assim. Em 1983, o Congresso que assumia estava dividido em cinco partidos.

 

Dois deles, PMDB (Movimento Democrático Brasileiro) e PDS (Partido Democrático Social), eram herdeiros do sistema bipartidário permitido pela ditadura, em que havia apenas o oposicionista MDB  e o governista Arena. A esquerda era representada por três partidos trabalhistas, PT, PDT e PTB segundo reportagem da Folha.

 

O gráfico nesta página, uma atualização da “Genealogia dos Partidos” publicada pela Folha em 2010, mostra como esses cinco partidos evoluíram ao longo das últimas décadas no país. Após desmembramentos e fusões, esses partidos formaram a base das grandes legendas que detiveram hegemonia das cadeiras ao longo dos anos 90 e começo dos 2000. Mas, nos últimos anos, eles vêm sofrendo com a ameaça de um enxame de partidos nanicos.

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12 de Ago // Foto: Facebook/reprodução | Eleições 2018

Membros do MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra] seguiram neste domingo (12) pelo terceiro dia de marcha em apoio à candidatura do ex-presidente Lula. Um vídeo no youtube mostrou a extensão da caminhada em um trecho da BR-060. Os manifestantes vão até Brasília e prometem ir até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Segundo informações da Folha, eles vão acompanhar o ato de entrega do registro da candidatura de Lula pelo Partido dos Trabalhadores. Pelos cálculos do MST, 5 mil iniciaram a caminhada neste último sábado (11). Eles devem chegar à capital federal na terça-feira (14), na véspera da entrega do registro do ex-presidente.

 

Preso desde abril deste ano, Lula foi condenado sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 12 anos e um mês de prisão, em decorrência da Operação Lava Jato. Ao jornal paulista, Marina dos Santos, da direção nacional do MST, declarou que a marcha tem três objetivos. Cobrar a liberdade de Lula, debater "as preocupações da classe trabalhadora" e propor à população "uma discussão sobre um projeto popular para o país".

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12 de Ago // Foto: Marlene Bergamo/Folhapress | Eleições 2018

Uma medição em tempo real no Twitter durante o debate da Band, realizado na quinta-feira (9), mostra que 10% de todas as publicações que citaram os presidenciáveis foram feitas por robôs ou perfis falsos. A informação é do jornal O Globo com base nos dados compilados pela AP/Exata, empresa especializada em análise de big data.

 

Foram analisadas quase 148 mil postagens. Segundo levantamento, o uso dos perfis automatizados, estratégia já conhecida na manipulação do debate político nas redes sociais, teve como principal vítima Marina Silva (Rede). Dos 12.762 tuítes sobre a ex-senadora, 16,84% foram publicados por esse tipo de conta.

 

Segundo Sergio Denicoli, diretor da AP/Exata e pós-doutor em comunicação digital, no caso de Marina Silva a ação dos bots foi provavelmente um ataque. "Em relação aos perfis falsos e robôs, ela foi proporcionalmente a mais visada. Começaram a postar memes depreciativos, numa tentativa de desconstruir a candidata. Em sondagens anteriores já tínhamos visto que a atuação de robôs a favor de Marina é quase zero", explica Sergio.

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12 de Ago // Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom | Eleições 2018

Conhecida pelas roupas em tons neutros e pelo onipresente coque, Marina Silva quer repaginar o visual em sua terceira campanha para tentar chegar à Presidência. Refratária a mudanças de estilo, a candidata da Rede passou a contar neste ano com a ajuda de uma consultora de imagem e moda para ajudá-la na escolha de roupas para a campanha.

 

O objetivo é driblar a imagem de frágil, pecha que a perseguiu durante a eleição de 2014, em meio à saraivada de ataques dos adversários. Em um dos debates, por exemplo, seu então concorrente e atual vice, Eduardo Jorge, a chamou de "magrinha". A candidata, à época no PSB, respondeu em vídeo segundo o Folhapress.

 

"O pessoal diz: 'A Marina é magrinha, é fraquinha. Sou magrinha, mas eu venho da Amazônia, e lá tem uma árvore chamada biorana. Experimenta bater com o machado: sai faísca, e ela não verga", afirmou a candidata. Neste ano, para evitar que a imagem cole novamente, a brasiliense Clarice Dewes tem apostado em peças largas, que deem volume à silhueta de Marina. "Acho interessante você ter volume nas peças, estrutura, o ombro marcado", diz.

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12 de Ago // Foto: Reprodução/ EBC | Eleições 2018

O rascunho do programa de governo apresentado pelo candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, na última sexta-feira (10), traz três páginas de propostas para as mulheres, entre elas a recriação da Secretaria das Mulheres e a "eliminação do uso de material de ensino e educação estereotipados" segundo informações do Folhapress.

 

O enfoque faz parte de um esforço da campanha de Ciro de melhorar sua imagem entre as mulheres, que constituem a maior parte (52%) do eleitorado brasileiro. Ele e Jair Bolsonaro (PSL) são os dois candidatos com pior performance, nas pesquisas de intenções de votos, entre as mulheres, na comparação com os homens.

 

Ciro ainda tenta desconstruir a imagem de machista atribuída a ele desde que, na campanha ao Planalto em 2002, ele respondeu, em entrevista, que um dos papéis na campanha eleitoral de sua então mulher, a atriz Patrícia Pillar, era dormir com ele. Em junho, o presidente Michel Temer transferiu a Secretaria das Mulheres -que foi um ministério no governo Dilma Rousseff e estava vinculada à Secretaria de Governo-, para o Ministério dos Direitos Humanos.

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12 de Ago // Reprodução Twitter Romário | Eleições 2018

Eles tiraram as fardas para entrar na política. E ocuparão postos de destaque na disputa majoritária nos estados nas eleições deste ano. Dois generais da reserva do Exército disputam governos estaduais. Um capitão, um major da PM e um brigadeiro reformado vão tentar o Senado. Pelo menos 28 candidatos às Eleições 2018 são policiais.

 

E oficiais e praças da PM, delegados da Polícia Civil e agentes da Polícia Federal serão vices em pelo menos cinco estados. São pelo menos 28 candidatos, 8 ao governo, 12 vices e 8 ao Senado. Parte dos policiais já tinha carreira política e agora tenta um voo mais alto. É o caso dos deputados Marcelo Delaroli (PR) e Zaqueu Teixeira (PSD).

 

Ambos candidatos a vice-governador no Rio de Janeiro. Zaqueu, que foi comandante-geral da Polícia Civil do Rio de Janeiro em setembro de 2002 e liderou as operações para prisão do traficante Elias Maluco, será vice candidato na chapa liderada por Índio da Costa (PSD). "Nosso estado precisa de segurança e eu tenho minhas credenciais de uma história sólida nesta área", afirma Zaqueu Teixeira segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

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12 de Ago // Foto: Agência Brasil | Eleições 2018

O candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou na noite de sexta-feira (10) ser favorável à cobrança de mensalidade na pós-graduação em universidade pública apenas de cursos de especialização, não de mestrados e doutorados. Há dez dias, em entrevista à Globonews, o tucano havia sido mais categórico ao falar de ensino superior pago.

 

"O primeiro passo seria cobrar toda a pós-graduação", disse na ocasião. Nesta última sexta-feira, Alckmin fez seu primeiro evento de campanha ao lado do candidato a governador João Doria (PSDB). A cidade escolhida foi Taubaté (SP), onde o presidenciável fez faculdade de medicina em escola privada.

 

Em diversas ocasiões, ele contou ter "tomado bomba" nas universidades públicas, isto é, não foi aceito. "Em relação a ensino universitário, nós vamos apoiar, e a pós-graduação não tem nada contra. O que eu coloquei é que alguns cursos especialmente de especialização não tem sentido não pagar", disse. "Hoje todos os cursos de especialização já são cobrados, é o chamado lato sensu. A USP cobra, a Unesp cobra, a Unicamp, universidade federal, isso é normal".

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11 de Ago // Foto: Agência Brasil | Eleições 2018

O candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes, declarou possuir um patrimônio total de R$ 1,69 milhão em registro feito na sexta-feira (10) de sua candidatura ao TSE. Pela relação de bens, disponibilizada pela Justiça Eleitoral, ele afirma deter dois veículos automotores, cujos valores somam R$ 190 mil, e quatro imóveis, que totalizam R$ 1,2 milhão.

 

O restante dos recursos, que chega a R$ 298 mil, é formado por depósitos bancários, recursos em créditos e poupanças, depósitos e participações societárias. Em 2006, última vez que disputou um mandato, ele havia declarado à Justiça um patrimônio total de R$ 426 mil, que era constituído por um apartamento, um veículo e aplicações financeiras.

 

Já a candidata a vice-presidente do PDT, a senadora Kátia Abreu (TO), declarou possuir um patrimônio total de R$ 2,69 milhões, dos quais R$ 694 mil são apenas em imóveis. O restante, um montante de R$ 1,99 milhão, é formado por recursos em caderneta de poupança, crédito de empréstimo e participações societárias. Em 2014, quando disputou o cargo de senadora pelo Tocantins, ela havia informado deter um total de R$ 4,13 milhões.

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10 de Ago // Foto: Arquivo/Agência Brasil | Eleições 2018

Fernando Haddad (PT), candidato a vice-presidente na chapa de Lula, aparece em segundo lugar em pesquisa de intenção de voto para o Planalto quando seu nome é posto como o indicado pelo ex-presidente que está preso. Pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, diz que Haddad alcançaria 13% quando indicado por Lula.

 

Mesmo com a pontuação, Haddad ficaria atrás de Bolsonaro, candidato do PSL que aparece com 21% das intenções. Sem ser apresentado como o candidato de Lula, Haddad tem 3%. Em seguida aparecem os candidatos Marina Silva (Rede) com 10%. Geraldo Alckmin (9%), Ciro Gomes (7%), Álvaro Dias (5%) e Henrique Meirelles (2%).

 

A pesquisa da Ipespe foi feita por meio de entrevistas telefônicas entre os dias 6 e 8 de agosto com mil pessoas. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 08988/2018. Nesta última quinat-feira (09), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negou pedido do Partido dos Trabalhadores para que Luiz Inácio Lula da Silva participasse do debate da TV Bandeirantes com candidatos à Presidência da República.

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10 de Ago // Foto: Adriano Machado/Reuters | Eleições 2018

Investidores estrangeiros mantêm interesse em colocar dinheiro no Brasil. Eles têm recebido bem os projetos apresentados por fundos de participações que estão captando recursos para investir em empresas que precisam melhorar seus balanços após a recessão. No entanto, estão condicionando o envio do dinheiro a um cenário eleitoral mais claro.

 

Mais precisamente, disseram que, se o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, for o novo presidente do Brasil, não fecharão negócio. Eles alegam dificuldades de prever como seria um governo Bolsonaro, considerado “nacionalista”. Como o investimento nesses fundos de participações é de longo prazo, preferem esperar para ver.

 

“Alguns podem até dizer que Bolsonaro é um nacionalista. Mas sabem que eu sou um liberal e que ele me apoia”, afirma Paulo Guedes, coordenador econômico da campanha do candidato. Guedes afirma que tem recebido “centenas de pedidos” de reuniões de parte de investidores estrangeiros. “O que eles me dizem é diferente. Falam que não investem hoje no Brasil em razão da corrupção na política e da estagnação na economia”, diz.

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10 de Ago // Paulo Whitaker/Reuters | Eleições 2018

Em um primeiro debate morno, promovido pela Rede Bandeirantes, os candidatos à Presidência da República evitaram, com algumas exceções, ataques diretos e trazer temas polêmicos à tona na noite desta última quinta-feira (9). Presidenciáveis como Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) não foram confrontados com seus pontos fracos.

 

Um desses pontos poderiam ser o escândalo da Dersa, no caso do ex-governador de São Paulo, ou o temperamento explosivo do ex-governador do Ceará. A ausência do ex-presidente Lula, preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro, contribuiu para um embate menos caloroso segundo informações do Folhapress.

 

Nesse cenário, Guilherme Boulos, do PSOL, tentou assumir o papel de porta-voz da esquerda e se apresentou como "do partido de Marielle Franco", vereadora assassinada no centro do Rio de Janeiro em março deste ano. Foi ele, inclusive, que protagonizou um dos únicos confrontos em que o tom das acusações se elevou. Boulos questionou o candidato Jair Bolsonaro (PSL) sobre a funcionária de seu gabinete Walderice Santos da Conceição.

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10 de Ago // Foto: Reprodução / EBC | Eleições 2018

O ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, diretor da Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral, afirmou que o grande número de partidos existentes no Brasil dificultam negociações entre os poderes Executivo e Legislativo, e defendeu a Emenda 97 ao afirmar que a mudança vai resultar em mais qualidade no Legislativo.

 

“Um dos problemas do presidencialismo de coalizão é o excessivo quadro de fragmentação partidária que exige negociações difíceis entre os poderes executivos e legislativos. A ideia [com a Emenda 97] é transformar o quadro partidário ao invés de quantitativo em qualitativo. Transformar quantidade em qualidade.”

 

Com a aprovação da Emenda 97, em outubro de 2017, as legendas passaram a ter direito ao dinheiro do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV se tiverem um desempenho mínimo com exigências gradativas até 2030. O presidente do Partido Trabalhista Cristão - PTC na Bahia, Rivailton Veloso, afirmou que essa medida prejudica e vai eliminar as pequenas legendas segundo informações do Bahia Notícias.

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10 de Ago // Foto: Reprodução / Facebook | Eleições 2018

O novo vereador da Câmara de Salvador, Igor Manassés (PSL), admite que pensou em deixar o seu partido, mas não chegou a tentar a desfiliação por conta da possibilidade de conseguir uma cadeira no Legislativo da capital baiana. Ele toma posse a partir da próxima segunda (13) e promete que vai caminhar com a bancada de oposição da Casa.

 

No entanto, ele pode ser punido pelo próprio PSL caso faça críticas ao deputado federal Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pela sigla nas eleições de outubro. Ao Bahia Notícias, ele sugeriu que deixar o PSL poderia ser mais "vantajoso", mas optou pela permanência pensando na vaga na Câmara de Vereadores.

 

"A gente sempre procura o melhor e chega a pensar em ir pra algo que seja vantajoso, mas como permaneci na primeira suplência e havia a possibilidade de assumir como vereador, eu fiquei", declarou Manassés. Filho do deputado estadual Manassés (PSD), que integra a base do governador Rui na Assembleia Legislativa da Bahia, Igor assegurou que vai seguir a orientação política do seu pai e vai fazer oposição a ACM Neto na Câmara.

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10 de Ago // Foto: Ricardo Stuckert | Eleições 2018

O ex-presidente Lula afirmou, por intermédio do presidente da CUT, Vagner Freitas, que "Fernando Haddad é o representante dele, é a voz e as pernas dele, enquanto ele estiver preso". Afirmando que dava esse recado a pedido de Lula, Vagner disse ainda que "Fernando Haddad fala em nome dele e deve representá-lo nos debates e em aparições públicas".

 

Na quarta-feira (8), Haddad chegou a avaliar a possibilidade de assistir, da plateia, ao debate da Rede Bandeirantes, valendo-se de uma das sete credenciais reservadas ao PT, mas foi podado por uma determinação da presidente nacional do partido, senadora Gleisi Hoffmann (PR) segundo informações do Folhapress.

 

Nesta quarta (7), em uma reunião em Brasília, Gleisi recomendou que a Executiva Nacional do PT não reivindicasse a presença de Haddad nos debates como representante de Lula. A ordem é que o partido não tome qualquer medida legal em favor da participação do ex-prefeito, pelo menos, até o registro da candidatura de Lula, no dia 15. A ordem é que Haddad limite suas agendas externas. A argumentação é de que sua aparição debilite a candidatura de Lula.

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10 de Ago // Foto: Divulgação/ PRTB | Eleições 2018

O presidente do PRTB na Bahia, Rogério Tadeu Da Luz, fez mistério sobre o anúncio do novo vice de João Henrique - o PSL retirou a indicação de Alberto Pimentel, candidato ao governo do Estado pelo partido segundo informações do Bahia Notícias. Segundo ele, o nome já foi definido, mas só será divulgado nesta última quarta-feira (9).

 

O dirigente do PRTB ainda comparou o anúncio tardio do vice com a situação do candidato à Presidência da República, deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), que definiu o general Hamilton Mourão (PRTB) como vice dias após a convenção que oficializou a candidatura dele. “Ficou meio parecido com Bolsonaro", disse.

 

"Quem é o vice de Bolsonaro? Agora, quem é o vice de João Henrique? De certa forma, replicou a situação de Bolsonaro”, explicou Da Luz, que deve tentar colar imagem de Bolsonaro em João Henrique, como forma de impulsionar a candidatura do ex-prefeito de Salvador. O PRTB indicou o vice de Jair Bolsonaro nacionalmente e, aqui na Bahia, tentará usar a participação de João na disputa para fazer um palanque para o presidenciável.

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09 de Ago // Foto: Max Haack /Ag Haack | Eleições 2018

A presidente PSL na Bahia, Dayane Pimentel, preferia não ter o vereador Igor Kannário, do PHS, na coligação formada entre os dois partidos para a eleição proporcional. A dirigente afirma que sua legenda “repudia a conduta moral” do cantor e defende bandeiras diferentes das dele. “Ficaria muito feliz se Kannário não fizesse parte da chapa”, declarou.

 

“O PSL repudia a conduta moral de Kannário e não temos nada a ver com ele”, comentou ao Bahia Notícias. Dayane falou sobre o vereador que está em seu primeiro mandato e é candidato a deputado federal. PSL, PHS, PPS e PRTB fazem parte da mesma chapa proporcional, que vai tentar eleger deputados federais e estaduais.

 

Portanto, os votos destinados a essas legendas podem ajudar os candidatos de qualquer uma delas a conseguir cadeiras no Legislativo. Apesar dos votos em candidatos do PSL poderem contribuir com a candidatura de Kannário, Dayane prefere ver o cenário de forma contrária. “Vai ser a primeira vez que Kannário vai eleger homens de bem. Ele vai trazer o voto dele pra se eleger homens de bem a eleger”, disse a presidente estadual do PSL.

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09 de Ago // | Eleições 2018

Para fazer Popó desistir da candidatura ao Senado e, assim, garantir legalmente que o PDT pudesse apoiar o PT nas eleições, o governador Rui Costa teria prometido aproveitar o ex-pugilista na área de esportes, caso seja reeleito.  O nome de Popó foi dado como certo para disputar o Senado até o dia anterior das convenções partidárias da base governista.

 

Sua disputa foi transformada em uma candidatura para deputado federal. Presidente do PDT na Bahia, Félix Mendonça Jr. reconheceu que o nome de Popó poderia ser questionado juridicamente caso fosse mantida a candidatura avulsa. “Popó teve uma conversa com o governador e Rui falou que precisava dele compondo a gestão”, disse. 

 

Para convencer Popó, Rui teria dito precisamente que queria o lutador em alguma vaga na próxima gestão. O indicativo seria de Popó aproveitado no próximo governo na área de esportes. Em conversa com o Bahia Notícias, o candidato pelo PDT confirmou o teor da conversa e ainda acrescentou que Rui também prometeu, caso seja reeleito, um mandato mais voltado para o esporte. Acelino Popó Freitas já ocupou a Secretaria Municipal de Esportes, Lazer de Salvador. 

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09 de Ago // Foto: Luis Macedo | Eleições 2018

Conforme pesquisa CNT/MDA divulgada nesta última quarta-feira (8), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) é o que acumula maior taxa de intenção de voto no Estado de São Paulo em cenário sem o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência da República segundo informações do Estadão Conteúdo.

 

Com 18,9%, o candidato do PSL está tecnicamente empatado com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) quase no limite da margem de erro, que é de 2,2 pontos, para mais ou para menos. O tucano tem 15%. Na sequência, surgem Marina Silva (Rede), com 8,4%; Fernando Haddad (PT), 8,3% e Ciro Gomes (PDT) com 6%.

 

Já Alvaro Dias (Podemos), aparece com 1,8%. O levantamento, conforme o Valor, começou a ser feito antes do anúncio de retirada das candidaturas da ex-deputada Manuela D'Ávila, do PCdoB, do economista Paulo Rabello de Castro, do PSC, e de Levy Fidelix, do PRTB. Manuela será vice na chapa petista. Ela marcou 1,7% das intenções de voto e é seguida por Guilherme Boulos (Psol), com 1,1%. Os outros sete nomes testados somam 4%.

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09 de Ago // Foto: Bahia Notícias | Eleições 2018

Candidata a deputada federal pelo Avante, Maria Quitéria pode ter a candidatura questionada pelo TRE-BA. Presidente da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem) até sexta-feira (3), a Justiça pode impedir Quitéria de participar da disputa, caso fique comprovado que a organização necessite dos contratos com o governo para sobreviver.

 

Pela Lei Eleitoral, qualquer dirigente de organização sustentada pelo governo precisa se afastar do cargo seis meses antes das eleições para poder concorrer. Antes de registrar seu nome para as urnas, Quitéria afirmou que consultou o Tribunal Regional Eleitral para saber a legalidade do seu nome no pleito.

 

“Me resguardo por uma consulta. Temos contratos com o Estado, mas o TRE me respondeu que qualquer que seja a natureza privada de uma empresa, ela não impede candidatura”. Porém, de acordo com o advogado eleitoral Ícaro Rocha, a candidatura de Quitéria a deputada federal pode se complicar se for comprovada a dependência da Fundação Luís Eduardo Magalhães de contratos com o governo segundo informações do Bahia Notícias.

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09 de Ago // | Eleições 2018

O presidente do PDT na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Jr., ficou na bronca com o Pros, após o partido trocar a coligação que havia feito com os pedetistas para deputado federal por uma chapa com o Avante.Em entrevista ao Bahia Notícias, Félix minimizou a saída da sigla. Disse que os candidatos do PDT ficaram aliviados com o episódio.

 

Aproveitou também para desdenhar: afirmou que, com a candidatura do ex-pugilista Popó a deputado federal, a sigla terá mais votos do que teria se mantivesse a aliança. No entanto, revelou ter um arrependimento: o de levar o Pros ao governador Rui Costa. Segundo o deputado Félix Mendonça, a sigla não “tem palavra”.

 

“A única tristeza que eu fico é que eu cheguei a levar o presidente do Pros ao governador. Na verdade, fico envergonhado de levar uma pessoa que não tem palavra para o governador. Eles [Pros] pediram a coligação com a gente e depois saíram sem nem comunicar nada”, criticou o pedetista ao se referir a Dr. João, atual presidente do Pros na Bahia. O deputado federal também declarou que não pretende levar o caso à Justiça Eleitoral.

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09 de Ago // Foto: Marcos Oliveira | Eleições 2018

O PSDB e o DEM não acreditam que a saída do PSC da chapa proporcional que seria formada por eles vai influenciar na eleição de seus deputados federais e estaduais. Dois dos partidos com maior número de integrantes no Legislativo representando a Bahia, eles não reduziram a expectativa de quantos parlamentares vão conseguir se eleger.

 

Até alguns dias, a expectativa era que PSDB, DEM, PRB e PSC saíssem juntos na chapa proporcional. No entanto, o PSC optou por não compor a coligação, criando uma turbulência no grupo, formado pelos partidos mais fortes entre os aliados do ex-prefeito Zé Ronaldo (DEM) na disputa pelo governo da Bahia.

 

Para o presidente estadual do PSDB, João Gualberto, a estratégia para a eleger parlamentares permanece a mesma. "Não mudou nada, tudo a mesma coisa", comentou em entrevista ao Bahia Notícias nesta quarta-feira (8). O presidente estadual do DEM, José Carlos Aleluia (DEM), prega discurso semelhante. "O DEM continua com a mesma perspectiva", declarou. Aleluia e Gualberto são deputados federais e devem disputar a reeleição este ano.

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09 de Ago // | Eleições 2018

O presidente do PRTB na Bahia, Rogério Tadeu Da Luz, afirmou que o partido vai decidir até esta quinta-feira (9) o novo vice de João Henrique, que concorre ao governo do Estado pela sigla. Nesta quarta (8), o PSL, legenda do presidenciável Jair Bolsonaro, retirou o nome de Alberto Pimentel, que havia sido indicado para a vice do ex-prefeito de Salvador.

 

Como o PSL não indicou outro nome para substituir Pimentel, o novo vice de João Henrique deve vir mesmo do PRTB. “Temos alguns nomes, vamos convidar pessoas que tenham tempo disponível para focar na campanha de João Henrique, que possam correr estradas pela Bahia”, afirmou Rogério Tadeu Da Luz.

 

Da Luz ainda negou que a decisão do PSL, tomada às vésperas do prazo final para os partidos registrarem candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral, tenha sido traição. “Não, de jeito nenhum. O PSL está sendo muito importante, muito bacana. Não tem nada que eu possa reclamar do PSL. Pelo contrário, só tenho a agradecer por ter feito essa junção do PSL com o PRTB”, destacou o presidente estadual em entrevista ao Bahia Notícias.

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09 de Ago // Foto: Reprodução / Agência Brasil | Eleições 2018

Ao todo, 67 mulheres serão candidatas a vice-governadora nas eleições de outubro em 2018. Este é o primeiro ano em que as candidaturas terão uma cota de recursos para campanha do fundo eleitoral, o que ajuda a justificar o crescimento do número de mulheres nas urnas, tanto na disputa presidencial, quanto nos estados.

 

Só no ano de 2014, 27,7% candidatas a vice-governadora eram mulheres. Esse número cresceu para o equivalente a 37,6% do total, em 2018, o maior número já registrado. No caso de candidatas a vice-presidente, agora são 4 em 13 (30,7%) — em 2014, foram 3 em 11 (27,2%) e, em 2010, apenas 1 em 9 (11,1%).

 

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, as escolhas se deram em meio a um limbo jurídico após a decisão do Tribunal Superior Eleitora (TSE) que, em maio deste ano, definiu que R$ 510 milhões do R$ 1,7 bilhão aprovado para o fundo público de financiamento de campanhas devem ir para candidatas. OTribunal informou que aplicação de pelo menos 30% em candidaturas femininas é condição obrigatória para a liberação do fundo eleitoral.

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08 de Ago // Foto: Ricardo Stuckert | Eleições 2018

A fim de evitar entraves que dificultem o pedido para o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o PT desistiu de recorrer à Justiça para obrigar emissoras de TV e órgãos de imprensa a aceitaram Fernando Haddad (PT) como representante dele nos debates. Coordenador da campanha de Lula e atual vice do ex-presidente, Haddad ocupa posição provisória na chapa.

 

Se a Justiça Eleitoral aceitar o registro de Lula, ele cederá o lugar à deputada federal Manuela d'Ávila (PCdoB). Por outro lado, se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitar o pedido, Haddad será alçado ao posto de candidato à Presidência da República, tendo Manuela como vice.

 

A candidatura de Lula é incerta porque o ex-presidente foi condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Há quatro meses, ele cumpre pena na sede da Polícia Federal (PF), em Curitiba.

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08 de Ago // Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil | Eleições 2018

Embora o PT defenda a tese de que a ex-presidente Dilma foi vítima de um golpe, a sigla formou alianças com partidos que apoiaram o processo de impeachment em 15 Estados. O PT será cabeça de chapa em seis dessas unidades e, nas outras nove, vai apoiar candidatos a governador, cujas legendas apoiaram a cassação da petista.

 

Neste segundo caso, um levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo e publicado nesta quarta-feira (08), mostra que o PT vai apoiar nomes do MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Os outros quatro são filiados ao PSB, que orientou voto a favor do impeachment em 2016, mas agora voltou a se aliar aos petistas.

 

Essas coligações ocorrem no Amapá, Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. A Bahia se enquadra no outro grupo, composto por candidatos petistas ao governo, que tem partidos favoráveis ao impeachment em suas coligações. O governador Rui Costa tem o vice-governador, João Leão (PP), que concorre à reeleição, e o presidente da ALBA, Ângelo Coronel (PSD), como candidato ao Senado.

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08 de Ago // | Eleições 2018

O PSL retirou o apoio institucional a José Ronaldo (DEM) para apoiar o nome de João Henrique (PRTB) ao governo do estado segundo informações do Bahia Notícias. A decisão vem após uma indicação da executiva nacional do partido orientar os diretórios estaduais a apoiarem o PRTB em locais que o partido não tenha candidato a governador.

 

Apesar da mudança institucional, quem caminha com Jair Bolsonaro (PSL) e a candidata a deputada federal Dayane Pimentel (PSL) tem demonstrado resistência ao nome de João Henrique. O Bahia Notícias apurou que a militância do PSL baiano está resistindo ao nome de João Henrique por conta da gestão do ex-prefeito.

 

No Facebook, seguidores da candidata a deputada federal Dayane Pimentel comentam contra o nome do pré-candidato e declaram apoio ao candidatura de José Ronaldo ao governo da Bahia. "Não vou sacrificar a minha Bahia votando em João Henrique. Nem mesmo por Bolsonaro. Meu voto é seu Professora e do Bolsonaro. Mas João Henrique não", comentou uma internauta. Na discussão, o perfil de Pimentel também comentou a resistência.

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08 de Ago // Foto: Max Haack | Eleições 2018

As articulações políticas são uma evidência de como a formação das chapas proporcionais para a eleição ganharam importância. Com a criação da cláusula de barreira, eleger deputados federais e estaduais se tornou questão de sobrevivência para alguns partidos, que não puderam se dar ao luxo de se colocarem em uma chapa "desfavorável".

 

Na comparação com o pleito de 2014, o grupo político liderado por Rui Costa até conseguiu manter uma estrutura semelhante, mas o de ACM Neto passa por grandes diferenças na sua configuração. Em quatro anos, o presidente nacional do Democratas e prefeito de Salvador viu sua base política se dispersar na chapa proporcional.

 

No ano de 2014, ele conseguiu reunir em um único grupo oito partidos. DEM, MDB, PSDB, Podemos, SD, PROS, PRB e PSC caminharam juntos na disputa entre deputados federais e estaduais. Este ano, o partido do prefeito ACM Neto só deve se reunir com PRB e PV. Duas legendas (Pros e Podemos) mudaram para o grupo aliado a Rui Costa e o MDB vai ser inclusive adversário na disputa pelo governo segundo informações do Bahia Notícias.

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08 de Ago // Foto: Max Haack | Eleições 2018

Após anúncio nesta semana da formação de uma "chapa surpresa" entre Pros e Avante, e a possível judicialização da aliança pelo PDT, o candidato ao Senado Jaques Wagner (PT), afirmou nesta última terça-feira (7), que o "governo não tem nada a ver com isso". O ex-governador da Bahia comentou que a aliança é uma estratégia política.

 

"Todos os partidos ficam procurando o maior conforto para as eleições, no fundo isso é o que move os partidos. Se olha pra conveniência aqui e ali". Wagner comentou que presidente do PDT, deputado Félix Mendonça, tentou uma aliança com o Pros a fim de conseguir um número maior de cadeiras no Congresso.

 

"Tava contando com esses votos pra impulsionar um segundo candidato, agora porque o Pros decidiu sair e convidar o Avante pra se juntar eu não sei". O candidato não deu opinião sobre a possível judicialização. O petista afirmou com veemência que não haverá envolvimento do governo para pacificar o clima entre PDT e Pros. "Não. Porque não é o governo que comandou esse processo", disse Wagner segundo informações do Bahia Notícias.

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08 de Ago // Foto: Ricardo Stuckert | Eleições 2018

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad defendeu na terça-feira (7) a presença do candidato Luiz Inácio Lula da Silva no debate de presidenciáveis na TV Bandeirantes para esta quinta (9). Por outro lado, o PT também já trabalha com a possibilidade de realizar um "debate paralelo" ao da emissora de acordo com a Folha de S. Paulo.

 

Lula não recebeu autorização para participar do debate. Dessa forma, seu partido pensa em usar Haddad e a deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB) para que eles respondam às questões feitas aos presidenciáveis presentes no debate. O coordenador da campanha de Lula, é o ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli.

 

Ele explicou que Haddad deve responder às perguntas e comentar as propostas apresentadas pelos adversários. Ainda assim, o ex-prefeito de São Paulo acredita que Lula deveria ser liberado para participar do debate. "Mesmo numa candidatura sob júdice, se ela vier a ser contestada por um partido ou pelo MP, essa candidatura mantém todas as prerrogativas e direitos de uma candidatura que não esteja sendo contestada", comentou Haddab.

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08 de Ago // Foto: Divulgação / IADC | Eleições 2018

Um dia depois de afirmar que que o Brasil herdou a "indolência" dos indígenas e a "malandragem" dos africanos, o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), vice do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), reafirmou que a declaração foi feita quando ele se manifestava sobre a herança cultural do país, sem distinção de cor ou raça.

 

"O contexto que coloco é da herança cultural, tendo como base estudiosos gabaritados da nossa nacionalidade. Esse contexto trouxe heranças positivas e negativas, sem distinção de cor e raça, para todos os brasileiros", disse, em nota distribuída pela sua assessoria de imprensa nesta última terça-feira (7).

 

Segundo a assessoria, a intenção é de esclarecer as falas do general da reserva, cujo conteúdo "está sendo questionado por parte da imprensa e concorrentes à presidência". As falas do candidato a vice que provocaram questionamentos foram feitas durante evento da Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul (RS). Ele disse: "Temos uma herança cultural, uma herança que tem muita gente que gosta do privilégio (...)" Folhapress.

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07 de Ago // Foto: Bocão News | Eleições 2018

Destoando do seu significado, as coligações proporcionais tanto da chapa de Rui Costa (PT) quanto de Zé Ronaldo (DEM) geraram conflitos e ameaças de dissidências. A briga no grupo de Rui era pela formação de três chapinhas pela maioria e a decisão se deu por um chapão; na oposição o que se queria era um chapão que resultou em três chapinhas.

 

Nos dois casos, foi preciso a intervenção dos líderes Rui Costa e ACM Neto para acalmar os ânimos. Com isso, os partidos que compõem a base de Rui Costa vão para a disputa estadual com um chapão: PT, PSB, PSD, PP, PR, PDT, PRP, PMB, Podemos, Avante e Pros, uma chapinha com o PTC e PMN, e o PCdoB saindo sozinho.

 

Para as coligações de deputados federais foram formadas três chapas. Uma com o PT, PSB, PSD, PCdoB, Avante, Podemos, PR, PP, a segunda com o PDT e PROS e outra com o PTC, PMN, PRP e PMB. Enquanto isso, os partidos de apoio ao candidato ao governo, José Ronaldo (DEM), na tentativa de viabilizar manutenção e ampliação das bancadas, fecharam chapinhas para as eleições proporcionais para deputados estadual e federal.





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